Todo mundo pode ser um fazedor

By 25 de novembro de 2014Português, Projetos, Sem categoria

Dizem que professores estão preparando alunos para trabalhos que ainda não existem. Muitos falam que professores devem ajudar alunos a serem responsáveis pelo próprio aprendizado e desenvolverem o pensamento lógico para resolver problemas que enfrentarão no futuro. Mas escolas mundo afora continuam usando didática bastante tradicional onde o professor tem papel central na atividade ensinar e deve expor e interpretar o conteúdo. Ao o aluno cabe o papel de ouvir e cumprir os exercícios repetitivos, pois assim poderão gravar a matéria e depois reproduzir-la  em questionamentos feito pelo professor ou em provas.

Educadores que acreditam que alunos devam ser estimulados a pensar e se comunicar tem o movimento do fazer como aliado  em escolas mundo afora. O Movimento Maker na educação abre espaço para a experimentação e coloca o aluno na frente do seu processo de aprendizagem. Pesquisadores como Vygovysky e Piaget já falaram da necessidade de aprender colaborativamente e da Zona de desenvolvimento proximal.

O movimento do fazer, bastante difundido nos Estados Unidos, começa a ser discutido no Brasil. A Embaixada dos Estados Unidos convidou Glauco Paiva para  inspirar professores a buscar soluções para uma pratica educacional prioritariamente conteudista.  Ele nos contou da sua experiência com crianças quando aprendem juntos conceitos, que em métodos mais tradicionais, somente aprenderiam em teoria.  Nós professores montamos circuitos, criamos brinquedos movidos a bateria e deixamos  a criatividade fluir. Nos colocamos no papel do aluno e conversamos sobre o quanto mais interessantes as aulas podem ser se acrescentarmos um componente de experimentação. Abaixo estão os links para algumas das atividades propostas que podem ser exploradas em salas de  aula de diversas matérias para diversos conteúdos.

Carrinho automático

Insectoide criativo

Circuitos para vestir

Canetas robóticas

Robot

 

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