Movimento maker e a educação básica

By 13 de outubro de 2014Português, Sem categoria

 

155954634

Em uma palestra, o brasileiro Paulo Blinkstein, que trabalha na universidade de Stanford,  fala sobre inovação e do que pensa do sistema educacional no Brasil.  Ele respondeu algumas perguntas depois da palestra que são relevantes para educadores interessados em mudar um pouco a maneira de ensinar, e fazer as ideias de educadores como Paulo Freire e Piaget mais presentes em suas salas de aula. O professor conta como acha importante que a escola seja motivadora e de como considera um clichê a fala de que a escola precisa preparar para o vestibular. Ele sugere que 20% do tempo das crianças na escola seja usado para incentivar a inovação e a criatividade e do impacto que isso teria na educação brasileira. Segundo o professor, a velocidade das coisas é tão grande que o Brasil precisa investir tanto na educação básica quanto na educação mais inovadora para não ficar muito mais atrasado ainda se comparados a outros países. Ouça o que o professor tem a dizer nessa breve entrevista abaixo.

Qual o diagnostico do Brasil em relação a inovação na educação?

Qual a necessidade de banda larga nas escolas?

Como aproximar temas de tecnologia e inovação da educação básica de jovens menos favorecidos?

Se o Brasil tem tantos problemas básicos, por que investir em inovação na educação?

 

 

Leave a Reply