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Thinking Routines

MINHA JORNADA MAKER por Julyana Brasil

By | Agency by Design, Aprendizagem Craitiva, CEM, Formação de Professor, Maker-Centered Learning, Narrativas Incríveis, Português, Project Zero, Sala de Aula, Testemunhos, Thinking Routines | One Comment
Julyana Brasil tem 22 anos e é professora aqui na CTJ.
Ela foi um dos 40 educadores que participaram da
primeira edição da Certificação de Educador Maker,
e conta aqui para nós como foi sua experiência.

“Assim como muitos educadores, eu tenho o sonho de transformar a educação. Tenho o sonho de que o conhecimento seja acessível e prazeroso para todos e que promova um impacto positivo capaz de transformar pessoas e realidades. Sei que é um sonho ambicioso e muitas vezes me sentia desencorajada com o cenário ao meu redor.  Foi então que ouvi sobre o aprendizado centrado no fazer (Maker-Centered Learning) e um pontinha de esperança se reacendeu no meu coração.

Nesse semestre, eu tive o privilégio de participar da Certificação de Educador Maker (CEM) promovida pela Casa Thomas Jefferson. Pude conhecer de perto os conceitos por trás da metodologia maker, como também projetos incríveis que têm mudado realidades mundo afora. Tivemos um curso online intensivo que terminou com um final de semana de imersão aqui no Makerspace da Thomas.

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Que final de semana! Quantas pessoas de todo Brasil empenhadas em fazer da educação uma experiência significativa e transformadora. Foi inspirador conhecer profissionais que têm de fato colocado a mão na massa. Com essa experiência, percebi que muito mais do que conduzir projetos inovadores, a educação centrada no fazer desperta a curiosidade e a vontade de aprender. É maravilhoso ver o brilho no olhar dos alunos quando eles conseguem construir algo ou quando eles superam algum obstáculo e descobrem tantas coisas novas. É ainda melhor quando vemos que, além de aprenderem a fundo sobre um tema, os alunos são capazes de usar aquele conhecimento para buscar solucionar problemas do cotidiano.

Comigo não foi diferente. Na CEM eu tive a oportunidade de me colocar no lugar dos meus alunos. E como foi bom poder aprender colocando a mão na massa e, além de aprender de forma prazeirosa, poder ver o resultado dos nossos projetos. Ainda mais quando o trabalho final resulta nos rostinhos sorridentes dos nossos alunos.

O desafio era montar uma trilha de aprendizagem maker e aplicá-la em sala de aula. Até aí tudo bem. Pensei em falar sobre instrumentos musicais, pois era o que estávamos aprendendo. Para isso, contei com a ajuda de uma amiga musicista que trouxe vários instrumentos. Ela os apresentou, tocou e permitiu que fossem manuseados pelos alunos. Foi lindo vê-los animados com os sons e perdendo o medo de explorar e de tocar os instrumentos. Trabalhamos o vocabulário relacionado ao som dos instrumentos, às partes do corpo que usamos para tocá-los e às famílias musicais a que eles pertencem. Além de aprender sobre música em inglês, eles estavam desenvolvendo o que o Agency by Design chama de capacidade maker de “olhar de perto” (looking closely).

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Depois disso, partimos para a parte de “explorar a complexidade” (exploring complexity). E aí é que veio o desafio. Inspirada nas ideias incríveis que vimos no Makerspace, resolvi dar uma de programadora e utilizei a plataforma Scratch para fazer um programa que simulasse o som dos instrumentos. A princípio, eu estava muito receosa, pois nunca havia feito nada do tipo. Se tinha uma pessoa que não entendia nada de programação e linguagem computacional, essa pessoa era eu. No entanto, lançado o desafio e com a ajuda e encorajamento do pessoal do Makerspace, lá fui eu explorar essa plataforma e tentar fazer essa programação. E como é bom quando a gente percebe que nossos medos muitas vezes são infundados ou muito maiores do que a realidade. Foi isso que eu percebi. Descobri que o Scratch é super tranquilo de mexer e que até uma leiga como eu poderia fazer projetos super legais usando linguagem de  programação.

Para completar o desafio, resolvi usar também o Makey Makey. Ele é um hardware que se comunica com o Scratch e faz com que a sua programação ganhe vida. Resumindo, com ele seria possível conectar a programação feita no Scratch à objetos que, quando manuseados pela sua superfície condutora, poderiam emitir sons. Parece complicado né?! Mas para minha surpresa não foi.

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Os próprios alunos construíram seus instrumentos de papelão. Eles colocaram alumínio em algumas partes (porque o alumínio é condutor) e então o ligaram ao Makey Makey. Em certo ponto da lição, eles mesmos fizeram a programação para que saíssem outros sons e até gravaram algumas informações sobre o instrumento. Tudo em inglês, claro!

Essa foi uma experiência muito desafiadora, mas  extremamente gratificante. Juntamente com os alunos, superei medos e acabei aprendendo muito com isso. Para mim, educação centrada no fazer é sobre isso. É sobre colocar a mão na massa e superar obstáculos. É sobre cooperação, percepção, criatividade e interação. É sobre ser professor e aluno tudo ao mesmo tempo.  Agora, o céu é o limite!”

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Empoderamento Maker: um Conceito em Construção

By | Agency by Design, Formação de Professor, Maker Movement, Maker-Centered Learning, Português, Project Zero, Thinking Routines | No Comments
Texto original:
Maker Empowerment : a Concept Under Construction
Project Zero | Agency by Design
Traduzido e adaptado por Daniela Lyra

Agency by Design é uma iniciativa do centro de pesquisa da Escola de Educação de Harvard, o Project Zero, que investiga as promessas, práticas e pedagogias do aprendizado centrado no fazer (maker-centered learning – MCL).  Em 2013, a Agency by Design introduziu o conceito de “empoderamento maker”, como um potencial benefício da abordagem MCL.

Logo no início da pesquisa, educadores e formadores de opinião que participaram do estudo descreveram as vantagens de forma mais ampla do que a mídia mundial sugeria a época – mero estímulo ao conhecimento STEM e incentivo para formação de profissionais que pudessem desenvolver novas tecnologias e pesquisa e desenvolver a economia nacional norte americana. Os pesquisadores descobriram  características únicas associadas às práticas MCL. Entre elas vale destacar o encorajamento a formação de comunidades de aprendizagem, colaboração e conhecimento horizontal entre alunos, professores e o mundo real, mentalidade do-it-together (DIT)  façamos juntos e práticas pedagógicas que vão além das rotinas tradicionais ainda presentes em muitas escolas em pleno século XXI.

Cientes que terminologias para entender e pesquisar a respeito do MCL ainda precisavam  ser definidas, Agency by Design propôs, em 2013, o que chamou de “uma definição em construção” do empoderamento maker:

Uma sensibilidade aguçada para o “design” por trás de objetos e sistemas,
juntamente com a inclinação e desejo de “mexer com” e alterar os objetos
e os sistemas ao seu redor, aliada a uma crescente capacidade de fazê-lo.

Ao analisar a definição proposta percebemos três ideias distintas:

A primeira parte, uma sensibilidade para o “design” por trás de objetos e sistemas, ressalta a importância de simplesmente perceber que muitos objetos, ideias e sistemas (parafusos, liberdade de imprensa, foguetes, cidades, etc. ) foram projetados por seres humanos. São feitos de partes e elementos específicos que, em conjunto, prestam a uma ou várias finalidades. e, portanto, podem ser entendidos e analisados do ponto de vista do seu design.

A segunda parte, juntamente com a inclinação e desejo de “mexer com” e alterar os objetos e os sistemas ao seu redor, acrescenta um novo elemento, um viés ativo, uma inclinação para a ação.  Para ser empoderado, não basta ter a sensibilidade e entender o mundo por uma perspectiva de design, é igualmente importante ter a motivação de “mexer com as coisas” e se sentir impelido, pelo menos de tempos em tempos, a criar  ou ressignificar objetos e sistemas a sua volta (horta escolar, fila do recreio, acessibilidade, etc.). A palavra “inclinação” tem o objetivo de captar o sentido de protagonismo que vem com a tendência de ajustar, reinventar ou criar algo que agregue valor para o indivíduo ou comunidade.

A terceira parte da definição, aliada a uma crescente capacidade de fazê-lo, deixa claro o fato de que propor soluções para desafios reais requer um conjunto de habilidades, conhecimentos e atitudes que dão aos aprendizes não só a capacidade de manusear tecnologias, mas saber aprofundar o conhecimento onde quer que ele esteja para construir significado. Alunos aprendem uns com os outros, com professores, com ferramentas e com pessoas da comunidade. O movimento do fazer celebra o pensar com as mãos. Uma vez imersos no projeto, aprendizes aprendem a buscar os conhecimentos necessários onde quer que estejam. Do ponto de vista pedagógico, ajudar pessoas a desenvolver a capacidade de interagir com o mundo como um maker significa criar espaços nos quais as habilidades podem emergir naturalmente durante a realização do projeto, frequentemente em grupo. Em resumo, o empoderamento maker está intimamente ligado tanto as habilidades de aprender a aprender e a colaborar quanto às habilidades técnicas e os componentes  curriculares.

O desafio de capturar a essência da definição ao traduzir o termo para português é grande. Podemos analisar a definição proposta e nos colocarmos na perspectiva maker. Ou seja, podemos calibrar o nosso olhar para perceber as partes e como se relacionam. Podemos ainda,  explorar as complexidades e buscar conhecimentos para contribuir para o bom entendimento do que MCL representa, quando aplicado de forma reflexiva, construcionista e responsável. Podemos inclusive nos dedicar ao aprimoramento e disseminação de práticas, juntos, para validar a aprendizagem mais colaborativa e criativa para todos.

Traduzido e adaptado para o português respeitando a licença estabelecida no site original
Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.

A estrutura do Aprendizado Centrado no Fazer, segundo o Project Zero

By | Agency by Design, Food for thought, Maker-Centered Learning, Português, Project Zero, Thinking Routines | 2 Comments

Texto original:
The Framework for Maker-Centered Learning
Project Zero | Agency by Design
Traduzido por Soraya Lacerda

Um dos principais objetivos do aprendizado centrado no fazer (maker-centered learning) é ajudar jovens e adultos a se sentirem empoderados para construir e moldar seus mundos. Adquirir esse empoderamento maker é fortemente apoiado no aprendizado da percepção e do engajamento com a dimensão do ambiente físico e conceitual ao seu redor – em outras palavras, na sensibilidade para o design.

A sensibilidade para o design se desenvolve quando se tem oportunidade para: olhar de perto e refletir sobre o design de objetos e sistemas; explorar a complexidade deste design e entender-se como projetistas de seus mundos. Nesse sentido, a estrutura do Agency by Design descreve três capacidades inter-relacionadas que ajudam os alunos a desenvolver esta sensibilidade: Olhar de Perto, Explorar a Complexidade e Encontrar Oportunidades.

 

Empoderamento Maker:

Uma sensibilidade para a dimensão do design de objetos e sistemas, juntamente com a inclinação e a capacidade de moldar o mundo ao seu redor através da construção, desconstrução, adaptação ou criação.

Sensibilidade para o Design:

Aprender a perceber e engajar-se com o ambiente físico e conceitual, observando e refletindo sobre o design de objetos, sistemas [e problemas], explorando a complexidade deste design e encontrando oportunidades para torná-lo mais eficaz, mais eficiente, mais ético ou mais bonito.

Para cada uma dessas capacidades, há um conjunto de “movimentos” observáveis – ou indicadores – que alunos e educadores podem usar para ajudar a projetar experiências de aprendizado centradas no fazer e para apoiar, observar, documentar e avaliar o aprendizado neste contexto. Eles se aplicam à aprendizagem individual e colaborativa.

Explore as capacidades maker e seus movimentos / indicadores abaixo:

Traduzido para o português respeitando a licença estabelecida no site original
Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.

O Poder das Thinking Routines*

By | Food for thought, Maker Movement, Maker-Centered Learning, Thinking Routines | No Comments
Publicado originalmente em inglês com o título
"The Power of Thinking Routines"
no Blog de Agency by Design Oakland
Por Alia Ghabra & Nico Chen.
Traduzido por Soraya Lacerda

“Eu achava que o ‘aprendizado centrado no fazer’ [maker-centered learning] era fazer projetos. Agora eu sei que o ‘aprendizado centrado no fazer’ é uma maneira de pensar.”

Professor Fellow [2018-2019] – AGENCY BY DESIGN OAKLAND

Às vezes é difícil dizer exatamente o que nossos alunos estão pensando e o que esse pensamento mostra sobre o entendimento deles, ou como estão dando sentido ao mundo. Ao usar “thinking routines” (rotinas de raciocínio) com nossos alunos, eles podem tornar suas ideias e seu entendimento visíveis para si mesmos, para o outro e para o professor.

O objetivo final do “aprendizado centrado no fazer” (maker-centered learning) é desenvolver o empoderamento maker – a mentalidade do “eu consigo!” ou “eu consigo descobrir isso”. Pesquisadores do Project Zero, da Escola de Graduação em Educação de Harvard, nos dizem que um dos principais ingredientes no empoderamento de um maker é ter uma sensibilidade para o design de objetos e sistemas no mundo. Mas como ensinamos isso? Felizmente, os pesquisadores dividem ainda mais as capacidades que dão suporte ao empoderamento dos makers, que são: olhando de perto, encontrando oportunidades e explorando a complexidade. e encontrando oportunidade.  E thinking routines específicas foram desenvolvidas para apoiar o desenvolvimento de cada uma dessas capacidades.

Em seu livro “Culturally Responsive Teaching & the Brain“, o escritor, educador e defensor da alfabetização Zaretta Hammond escreve: “Construir uma cultura de cuidado que ajude os alunos dependentes a buscar a independência requer o que eu chamo de parceria de aprendizagem.” Praticando essas thinking routines com nossa comunidade de aprendizado, ancoradas dentro e através de áreas de conteúdo, empoderamos o professor e o aluno a entrar em uma parceria de aprendizagem – para pensar profundamente a partir de uma variedade de perspectivas, desenvolver suas curiosidade, empatia e compreensão, não apenas dos sistemas, mas também em suas diferentes camadas. Hammond escreve: “Pense nisso como uma equação: relacionamento + aliança = percepção cognitiva”. Usando essas thinking routines frequentemente, os educadores apóiam os alunos em uma cultura de pensamento, estabelecendo um relacionamento e uma aliança em suas parcerias de aprendizagem que levam a percepções cognitivas.

“As rotinas cognitivas são justiça social”, disse Hammond depois que ela participou do workshop de Tim Bremner, ministrado no Agency by Design de Oakland,  “Como as thinking routines cognitivas são uma ferramenta para o ensino culturalmente responsivo?“. Neste post, você conhecerá as cinco thinking routines do Agency by Design e verá exemplos de como elas estão sendo usadas pelos professores de Oakland, nas aulas de STEAM e de Ciências Humanas. Essas thinking routines podem ser usadas em vários contextos e em níveis diferentes. Quanto mais exposição e prática os alunos tiverem com cada rotina, mais aprofundarão sua sensibilidade ao design e sua capacidade de pensar criticamente.

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Pense, sinta, se importe (think, feel, care)

Essa poderosa thinking routine pode ser usada não apenas para explorar a complexidade dos sistemas, mas também as diferentes experiências vividas pelas pessoas. Temos visto como ela pode desenvolver empatia em comunidades de aprendizagem, considerando múltiplas perspectivas ao analisar sistemas ou eventos. Nesta thinking routine, os alunos são convidados a considerar os diferentes pontos de vista de várias pessoas dentro de um sistema, ou dentro de um único evento – como em um novo estudo, ou o estudo de um sistema abrangente.

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Partes, finalidades, complexidades (parts, purposes, complexities)

Essa thinking routine é fundamental para desenvolver não apenas uma sensibilidade ao design dos objetos, mas também aproveitar a curiosidade natural de uma pessoa sobre o como e o porquê de uma criação. Ela permite que os alunos considerem objetos não apenas em sua totalidade, mas também suas partes e seus propósitos. Vimos os alunos usarem essa rotina com objetos físicos (canetas, lápis, computadores antigos, tacos) e até mesmo para observar objetos digitais, como sites ou aplicativos. É uma ótima maneira de introduzir os alunos a uma ferramenta que eles podem começar a usar (uma chave de fenda ou um livro didático) ou algo que eles possam começar a fazer ou construir (uma pipa, um site). Explorar as complexidades e os propósitos dos objetos/sistemas ativa as questões de como e por que algo é construído da maneira como é, e ajuda a capacitar os criadores a considerarem seus próprios designs e criações, a partir de uma perspectiva mais micro e macro.

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Partes, perspectivas, e Eu (parts, perspectives, me)

Nesta thinking routine, pede-se que os alunos não apenas considerem ou entrem em um sistema, mas olhem atentamente a partir de uma perspectiva desse sistema e, então, considerem seu próprio papel. Uma fusão de “pense, senta, se importe com “partes, finalidades e complexidades, esta thinking routine suporta um estudo aprofundado de macro-sistemas e micro-experiências. Ao se aproximar e se afastar dos sistemas, das perspectivas e deles próprios, os alunos podem explorar as complexidades e os efeitos dos vários sistemas neste mundo.

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Partes, pessoas, interações (parts, people, interactions)

Da mesma forma que as thinking routines já mencionadas, esta ajuda a apoiar o olhar mais atento e o explorar a complexidade. Os alunos são novamente convidados a entrar em um sistema e considerar as partes desse sistema, as pessoas envolvidas nele, bem como suas interações entre si. Viver em uma sociedade individualista muitas vezes pode nos levar a somente considerar nossas próprias perspectivas e focar apenas em como nós, como indivíduos, somos impactados por um sistema. Essa rotina de pensamento ajuda a expandir as mentes dos alunos para ver que há muitos atores dentro dos sistemas, alguns que têm interesses conflitantes, alguns que se beneficiam e outros que não. Como a rotina “pensar, sentir, se importar”, essa pode ser uma forma poderosa de desenvolver a empatia em relação a diferentes perspectivas e experiências.

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Imagine se… (imagine if…)

Por último, mas não menos importante, temos uma thinking routine divertida e lúdica que apoia a capacidade de encontrar oportunidades. Durante essa thinking routine, os alunos são convidados a considerar o design de objetos ou sistemas e a reprojetá-los (através da imaginação) para serem mais eficazes, eficientes, éticos e belos. É totalmente aberto para o design, para que os alunos sintam e experimentem as possibilidades de suas imaginações mais loucas. Agora, os alunos não são apenas observadores dos sistemas, mas empoderados para serem criadores, imaginando como eles mudariam e projetariam os objetos e sistemas em seus mundos.

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* Resultado de um estudo do Project Zero de Harvard sobre aprendizagem baseada no fazer (maker-centered learning), as thinking routines são estruturas simples que buscam ativar o pensamento criativo e colaborativo de nossos alunos de forma a motivá-los a observar mais atenciosamente, organizar melhor suas ideias, racionalizar cuidadosamente e refletir em como ele podem achar oportunidades para mudar o mundo a sua volta. São ferramentas poderosas para prepararmos cidadãos realmente pensadores e fazedores.