Category

STEAM Activity

MOONLANDIG CELEBRATION :: DR ANNA LEE FISHER VISIT

By | 21st Century Skills, American Spaces, Cultural, English, Eventos, Português, STEAM Activity | No Comments

Na semana passada, o Departamento de Estado dos EUA juntou-se a muitos parceiros em todo o mundo para celebrar uma das maiores realizações da humanidade: pousar na Lua, Missão da Apollo 11 que não foi apenas um sucesso para a América, mas para o mundo inteiro. Aqui no Brasil, não foi diferente.

Para celebrar uma data tão importante, a Embaixada Americana e o Espaço Americano Casa Thomas Jefferson tiveram o prazer de receber a primeira mãe americana a ir ao espaço, a Dra Anna Fisher. Um dos objetivos mais importantes do nosso Espaço Americano é promover a educação STEM, e ter a Dra Fisher fez exatamente isso. O programa contou com a presença de professores e alunos de escolas públicas que fazem parte do Programa Access em Brasília, juntamente com alguns de nossos próprios professores, alunos e usuários.

Last week, the U.S. Department of State joined many partners around the world to celebrate one of humanity’s greatest achievements: landing on the moon, for The Apollo 11 Mission was not just a success for America, but for the whole world. Here in Brazil, was not different.

To celebrate such an important date, The American Embassy and the American Space – the Binational Center Casa Thomas Jefferson -, had the pleasure of hosting the first American mother to go to Space – Dr Anna Fisher. One of the most important goals of our American Space is to advance education and promote STEM education, and having Dr Fisher here did exactly that. The program counted with the presence of public school teachers and students that are part of the Access Scholarship Program in Brasilia along with some of our own teachers, students and patrons.

Os participantes tiveram uma grande experiência de aprendizado quando ouviram uma astronauta dizer-lhes em primeira mão sobre sua missão, com um tom muito humano e amigável. Ela adicionou fotos dela beijando seu bebê, pouco antes de sua missão, e outras fotos muito impressionantes que ela tirou do espaço com sua própria câmera. Ela também respondeu muitas perguntas de participantes ávidos e reforçou a necessidade de dedicar tempo a estudos sérios e à busca de carreiras nas áreas de STEM.

Após a palestra, conduzimos uma atividade STEM/Maker aqui no Thomas Maker. Os grupos tiveram que conduzir pesquisas sobre os três principais desafios ao reentrar na atmosfera – desaceleração, como pousar com segurança no oceano e como resistir ao calor da reentrada. A Dra Fisher circulou por todas as mesas onde os grupos estavam trabalhando para contribuir e adicionar informações que eles precisavam para entender melhor os desafios propostos. Ter a chance de aprender com um especialista agregou muito valor à atividade. Para ajudar os participantes a lidar com a carga do idioma, a equipe fez uma cuidadosa curadoria de sites e ideias importantes, incluindo um vídeo muito interessante sobre como criar um escudo térmico DIY.

Participants had a great learning experience as they heard an astronaut tell them first hand about her mission with a very humane and friendly tone. She added pictures of her, kissing her baby child, just before her mission, and some very impressive photos she took from space with her own camera. She also answered many questions from eager participants, and wrapped up by reinforcing the need to devote time to serious studying and pursuing STEM careers.

Following the talk, we delivered  a STEM/Maker activity at Thomas Maker. Groups had to conduct research on the three main challenges when re-entering the atmosphere – deceleration, how to land safely on the ocean, and how to resist the heat. Dr Fisher went to all the tables where the groups were working to contribute and add pieces of information they needed in order to understand better the challenges proposed; having the chance to learn from an expert added a lot of value to the activity. To help participants cope with the language load, the staff made a careful curation of important sites and ideas, including a very interesting video about how to create a DIY heat shield.

Os grupos foram rearranjados para que todos tivessem um componente a ser observado de perto nos desafios propostos e trabalhassem em equipe. Os participantes, então, receberam o desafio de prototipar um módulo de reentrada. Para isso eles receberam um mini-módulo cortado a laser e trabalharam nele para vencer o desafio final: derrubá-lo com um ovo dentro, de uma altura de 5m, para testar seu trabalho.

Como resultado, os participantes tiveram uma melhor compreensão dos desafios enfrentados pelos astronautas, trabalharam em conceitos STEM, praticaram o idioma inglês e se familiarizaram com os procedimentos de design e prototipagem / teste. Além disso, foram também muito motivados para se dedicarem à vida acadêmica.

The groups were rearranged so that all the groups had one component that had observed closely one of the challenges proposed and could work as a team. Participants, then, were given the challenge of prototyping a re-entry module. They got a laser cut module, and worked on it to make it more equipped for the challenge: drop it with an egg inside to test their work.

As a result, participants got a better understanding of the challenges astronauts face, worked on STEM concepts, practiced the English language, and got familiar with design and prototyping/testing procedures. Besides, getting very motivated to devote themselves to their academic lives.

Scratch Day 2019 no MIT Media Lab : 12 dicas direto da fonte

By | Coding, Competência Digital, Eventos, Português, Projetos, STEAM Activity | No Comments
Dani Lyra e Sora Lacerda, nossas makers,
estiveram no MIT em maio passado como parte da imersão da
Fellowship do Desafio de Aprendizagem Criativa 2019.
Durante a visita elas participaram do Scratch Day no
MIT Media Lab e condensaram aqui suas impressões e dicas.

Se você está lendo esse post, provavelmente tem interesse em fazer ou reinventar um Scratch Day na sua escola, sala de aula, biblioteca, ou qualquer outro espaço onde pessoas se encontram para fazer projetos juntas. A boa notícia é que podemos te ajudar a entender melhor o que é a essência dessa grande celebração mundial do Scratch e compartilhar o que vimos de mais fenomenal no Scratch Day 2019, no MIT Media Lab.

.

O idealizador da plataforma SCRATCH, Mitchel Resnick, em seu livro Lifelong Kindergarten, fala sobre como toda a escola deve se tornar um imenso jardim de infância. O MIT LifeLong Kindergarten, “ninho” criativo onde Resnick trabalha lado a lado com o resto da sua incrível equipe criando, prototipando, iterando novas ideias é apenas um dos grupos de trabalho que o prédio do MIT Media Lab abriga. Em todos os ambientes  pessoas interagem usando materiais diversos como lego, papelaria, arame, circuitos, TUDO misturado em um processo cognitivo e guiado não só pelas mentes, mas também pelas mãos. O MIT Media Lab é um imenso “jardim de infância” onde alunos de doutorado do MIT, pesquisadores e professores criadores de novas áreas do conhecimento se encontram para desenvolver projetos com muita paixão e entusiasmo. Testar, ouvir, pesquisar, prototipar, iterar são práticas diárias no MIT Lifelong Kindergarten, berço do SCRATCH. Não por acaso a plataforma SCRATCH dá a sua comunidade a chance de fazer o mesmo. Testar, ouvir, pesquisar, prototipar, iterar são práticas diárias de jovens que participam da comunidade. SCRATCH é muito mais do que uma plataforma para se aprender pensamento computacional. SCRATCH é um lugar para sermos crianças novamente. Um ambiente onde milhares de jovens estão trabalhando juntos, sendo parceiros, fazendo projetos que são significativos e que os tocam.

Esse é o ambiente que recebe  a comunidade SCRATCH para uma fantástica oportunidade de aprendizagem. Todos os anos, professores, alunos, equipes de bibliotecas maker e famílias da região de Boston participam de oficinas concomitantes durante o Scratch Day, e não fazem isso sozinhos. Em toda pate do planeta pessoas se juntam em Scratch Days locais testam novas ideias e se inspiram nas soluções criadas pelo time brilhante que está por trás do SCRATCH.

.

Nós, fellows do Desafio da Aprendizagem Criativa 2019, tivemos a oportunidade de participar do último Scratch Day no MIT MediaLab [casa do SCRATCH] e resumimos aqui 12 dicas preciosas para rodar um Scratch Day fantástico no seu ambiente de aprendizagem.

1. Comece com um momento “WOW!”, com todos juntos

A primeira hora do Scratch Day no MIT Media Lab é dedicada à acolhida. Encontramos um hall de entrada já bastante cheio e o que nos chamou a atenção foi a forma calorosa com a qual fomos recebidos. Ali acontece o check-in do seu ingresso [o evento é gratuito, mas os ingressos são limitados e distribuídos via Eventbrite], e o credenciamento. Tudo muito ágil e organizado.

A acolhida no hall também é uma estratégia para que o evento possa começar com quase todos já presentes. Nessa ambiência aguardávamos já nos divertindo em algumas estações com tablets e computadores, conectados com alguns jogos de SCRATCH. É nesse momento também, que todos que quiserem participar da sessão de SHOW & TELL de projetos no auditório, podiam se inscrever colocando seu nome e projteos em um quadro onde os horários já estão definidos.

Subimos para o sexto andar onde a mágica realmente aconteceria, todos juntos e super animados. É claro que chegando lá, corremos para as estações de interação, mas fomos gentilmente direcionados para uma abertura no grande auditório. Lá fomos apresentados à programação do dia, a todas as estações que teríamos a nossa disposição para explorarmos, e convidados a voltar para o mesmo auditório ao final do evento, para o grande encerramento. Com isso, sabíamos qual seria a nossa jornada e poderíamos explorá-la melhor. Ao final o mestre de cerimônias nos “programou” em SCRATCH para nos levantarmos, e seguirmos para a atividade. Com certeza um início bem HIGH!

.

2. Implemente o conceito de “chão baixo”, “teto alto” e  “paredes amplas”.

“Chão baixo”, “teto alto” e “paredes amplas” é o mantra que rege o trabalho de desenvolvimento do SCRATCH no MIT Media Lab. Seymour Papert, mentor do Lab, sempre enfatizou que, para que uma tecnologia seja eficaz, ela deve não só oferecer portas de entrada acessíveis para aqueles que não a conhecem poderem se encantar e começar sem dificuldade (chão baixo – low floor), mas também possibilidades de evolução com projetos cada vez mais desafiadores ao longo do tempo (teto alto – high ceiling). Complementando o pensamento de Papert, Mitchel Resnick adiciona uma dimensão extra: paredes largas (wide walls). Ele acredita que não é suficiente fornecer um único caminho – do piso baixo ao teto alto. É necessário oferecer também “paredes largas” para que as crianças possam ter opções diversas de caminhos para ir do “chão” ao “teto”. Cada um construindo sua própria jornada de aprendizado.

Portanto, crie um ambiente onde exista atividades simples, de fácil entrada, mas tenha também possibilidade de aprofundamento e de exploração por participantes com níveis diferentes de habilidades adquiridas.

Uma das estações, por exemplo, dava aos novos scratchers apoio para começar do zero – “chão baixo”. Nessa estação pais e crianças escolhiam um projeto que gostavam – usando os sets de cards do SCRATCH -, seguiam o passo-a-passo para se sentirem mais confortáveis, contando também com o apoio de facilitadores. Logo depois dessa ajuda inicial, eram convidados a criar uma interação autoral qualquer,  sempre recorrendo aos colegas para suporte e troca de ideias.

Ao mesmo tempo haviam outras estações que permitiam níveis diferentes de interação, aprendizado e exploração.

.

3. Tenha opções para os pequenos scratchers

Seguindo ainda a ideia da dica anterior, dedicar não apenas uma atividade, mas também toda uma ambientação para os pequenos é muito importante para que eles se sintam incluídos desde cedo. No evento tínhamos uma estação dedicada às crianças menores, com futons, puffs, brinquedos e equipe capacitada para interagir com as crianças menores, utilizando o super amigável SCRATCH JR.

scratchjunior2

De novo percebemos um desenho instrucional bem feito que refletia a intenção da plataforma SCRATCH: encantar, criar, brincar e compartilhar conhecimento aplicado. As facilitadoras dessa oficina começaram a experiência com uma envolvente contação de história. Em seguida, as crianças eram convidadas a interagir com a plataforma, imaginando personagens, construindo cenários e contando suas próprias versões da história no SCRATCH JR. Esse aplicativo é super amigável, roda em tablets e você pode ver alguns tutoriais aqui.

4. Incentive participantes a produzir e compartilhar

Na estação “Construa sua Própria Cidade” com o SCRATCH, as pessoas acessavam um studio [bit.ly/SDbyocStudio] onde encontravam alguns cenários já prontos –  backdrops que foram customizados e programados para que uma cidade seja construída sobre eles. A experiência começou com a exploração e o desenvolvimento de projetos individuais com cada criança fazendo o seu “quarteirão” no seu tablet [a  nova versão 3.0 do SCRATCH roda muito bem em dispositivos móveis]. Com seus cenários prontos, as crianças compartilharam sua interações combinando os tablets numa mesa de forma a montar a planta baixa de uma cidade e visualizar como seu projeto interagia com os outros. Vale ressaltar a inteligência coletiva aparente que convidava os jovens a explorar os projetos e ideias dos colegas de forma a conectar e incrementar os seus próprios projetos.

.

5. Estimule o “olhar de perto”

A estação dos games era um convite para observar alguns jogos feitos em SCRATCH que eram controlados por joysticks feitos de materiais diversos de baixo custo. Esses joysticks eram uma inspiração para que as pessoas imaginassem outras possibilidades de conectar o mundo virtual com o real, criando interações que fizessem uso de qualquer combinação dos materiais disponíveis, e as usassem para interagir com suas criações no SCRATCH.

Isso é algo que gostamos muito de fazer aqui no THOMAS MAKER: usar de interações inusitadas para concretizar as criações do SCRATCH. Usamos muito o Makey Makery, combinado com material de sucata para isso.

.

6. Incentive a criatividade

Uma das estações que nos encantou, em termos de possibilidades de exploração do SCRATCH com o mundo concreto, foi a estação para conhecermos a interface SCRATCH X MICRO:BIT. Com um tamanho de 4×5 cm, o Micro:bit é uma plaquinha controladora já equipada com vários componentes: um processador ARM de 32 bits e baixo consumo de energia, uma porta micro-USB, uma acelerômetro, uma bússola, Bluetooth, dois botões programáveis, cinco conexões I/O e uma matriz de 25 LEDs para exibir mensagens ou ícones simples. Mais simples e amigável que o Arduino, ele foi concebido pela BBC para ensinar programação para crianças. A ideia é que o aluno utilize  a interface dessa plaquinha com o SCRATCH para trazer para o mundo concreto suas criações virtuais.

20190511_102131

Nesta estação tínhamos sobre a mesa alguns Micro:bits, laptopsflashcards, EVA e outros materiais coloridos. O desafio era programar o Micro:bit para fazer vestíveis interativos (wearables). Para ajudar a começar, em cada mesa havia um kit de flashcards com desafios básicos e um facilitador muito simpático e solícito dando apoio. Assim, quem não conhecia ainda o dispositivo (nosso caso!), tinha como aprender a interagir com ele.

Além disso, descobrimos que o segredo para termos um Micro:bit mais compacto para ser embutido em um circuito vestível: um shield para bateria botão de 3v que você pode comprar aqui ou aqui. O kit padrão do Micro:bit vem com um case para duas baterias AAA (1.5 v), mas fica difícil de esconder, por isso achamos esse shield uma solução sensacional! Os facilitadores dessa sessão usaram SCRATCH cards que ajudavam os iniciantes a começar a explorar as inúmeras possibilidades de interação do SCRATCH com essa plaquinha tão versátil. Kreg Hanning, o pesquisador responsável pela estação e pelas pesquisas desta interface, gentilmente compartilhou conosco o PDF deste set de Mirco:bit cards. Que tal passarmos lá pelo Twitter dele (@khanning88) e dizer um grande “Thanks a bunch for the Micro:bit flashcards, Kreg!”?  ;-)

mi-power_microbit

O Micro:bit ajudou também a abrilhantar a estação dos controllers (controladores). Nesta estação, Micro:bits estavam embutidos em skates e numa prancha, fixada sobre uma mini-gangorra. Um projeto muito criativo e surpreendente desenvolvido por John Lynch do FabLab South End Tech Center, para controlar os grames criados em Scratch. A solução divertia a todos e encantava pela simplicidade e engenhosidade. Inspire-se e crie projetos fantásticos com os listados no blog de John: mittensbrother.com.

Quer saber mais sobre como usar o Micro:bit na sua sala de aula? Clique aqui e aqui. As páginas estão em inglês, mas nada que um Google Tradutor não de um jeitinho.

.

7. Crie uma oportunidade de imersão - Nook Space – Playful Projections

Essa oficina imersiva foi uma das nossas favoritas! Em uma sala pequena, com as luzes apagadas, três projetores no chão davam vida aos sprites criados pelos participantes. A vibração das crianças ao ver suas criações projetadas nas paredes, contribuindo para a criação da ambientação imersiva, era impagável!

screen-shot-2019-06-28-at-17-02-16

As crianças podiam escolher um  sprite da biblioteca ou usar o Paint para criar as suas ideias para os personagens. Em uma sala de aula, essa atividade poderia virar uma incrível contação de história super colaborativa e animada, com projeções no teto, e as crianças deitadas no chão. Alguém aí disse  “Festa do Pijama”?!

8. Incentive pais e educadores a entenderem a inteligência que há por trás do SCRATCH

O Construcionismo, uma visão desenvolvida pelo matemático e educador Seymour Papert, diz que o aprendizado acontece mais facilmente quando estudantes manipulam mídia (Legos, blocos de código, etc.). Papert, conhecido como o pai do movimento do fazer, foi o pioneiro do uso da tecnologia educacional para a criação de artefatos digitais que pudessem ser compartilhados, modificados e melhorados. O educador ficaria muito feliz em ver como o movimento do fazer tem trazido oportunidade para a educação e como alunos e professores estão criando soluções, animações, tecnologia assistiva e educacional, gerando impacto social com propósito e significado. Durante o Scratch Day 2019, educadores e pais podiam contar com o suporte de pesquisadores e educadores que circulavam pelo espaço, versados no construtivismo e super acessíveis e abertos para trocar ideias, recomendar artigos, livros, ou responder alguma pergunta mais técnica sobre o tema.

Fomos conversamos com vários deles e a bibliografia abaixo nos foi recomendada para evoluirmos no nosso entendimento sobre o construcionismo do Seymour Papert.

  • Karen Breenan – Computational thinking
  • Eric Rosebaum – Design for tinkering
  • Seymour Papert – The Children’s machine

9. Use e abuse de muita ludicidade!

A estação de Claymation (animação com massinha) envolvia os jovens e famílias na construção colaborativa de uma história. Cada participante fazia um personagem de massinha e os mesmos viravam atores de uma história ou jogo. Mas como levar um projeto de massinha para dentro do scratch? Siga o tutorial abaixo e divirta-se.

.

10. Arte em movimento - programando video sprites

Nesta estação, participantes podiam admirar artes feitas com sprites programados com movimentos repetitivos. Encantados, eram convidados a acessar um estúdio no SCRATCH e observar o código. A partir daí eram incentivados a aprender a clonar um personagem ou objeto da sua escolha, de forma a fazê-lo girar para transformá-lo em uma incrível obra de arte em movimento. Para ajudar no processo, participantes podiam seguir um tutorial, ou trabalhar em um projeto de arranque de arte interativa e remixá-los – acesse a biblioteca aqui.

.

11. Surpreenda e evidencie a sua paixão

A oficina de mindfulness (bem estar mental) era fruto da paixão de um dos desenvolvedores do SCRATCH, Manuj Dahriwal. Apaixonado por yoga, ele desenhou uma experiencia que explora o conceito de mindfulness e dá ao participante a oportunidade de exercitar a gestão de algumas das suas próprias emoções e capacidades: como colaboração, resiliência e competência criativa. Participantes interagem com projetos especialmente desenhados  para acalmar a mente e são desafiados a usá-los como inspiração para criar os seus próprios artefatos. Com isso os participantes tomam consciência da curva de aprendizado necessária para a execução da sua proposta e usam no processo os projetos inspiradores para alavancar as suas criações.

Criamos uma atividade inspirada na oficina e a narrativa completa você baixa aqui.

.

12. Feche também com chave de ouro

Uma coisa muito bacana que observamos no Scratch Day no MIT Media Lab foi que lá o início e o final do evento eram valorizados. Começar com um HIGH coloca todos na energia empolgante para seguirem para as estações com sede de explorador. Terminar com um momento HIGH também faz com que todos saiam de lá energizados e motivados para seguirem curiosos e com vontade de dar continuidade em sua jornada de aprendizado.

Na hora combinada para o encerramento, as atividades foram sendo encerradas e todos os participantes foram convidados pelos facilitadores das estações a se dirigirem novamente para o grande auditório (mesmo local da abertura). Lá cada facilitador destacou os pontos altos de sua estação e trouxe consigo um participante voluntário para compartilhar seu projeto com todos.

Ao final a data do Scratch Day de 2020 foi anunciada: 10 de maio de 2020.

Apesar de termos uma data para celebrar o SCRATCH (Scratch Day), todo dia é dia de aprender de forma criativa. Conduza atividades de SCRATCH em casa, na sua sala de aula, na sua escola, na sua comunidade.

E se você e sua turminha de scratchers se animarem para organizar um evento mais “comunitário” como esse, a página do Scratch Day tem mais outras tantas dicas:

Depois é só curtir, celebrar e compartilhar, claro!

;-)

.

CTJ Makerspace @ STEM Tech Camp Brasil 2019

By | Design Thinking, English, Escolas Públicas, Eventos, Formação de Professor, Maker-Centered Learning, Português, Projetos, STEAM Activity | No Comments

Em fevereiro passado, o CTJ Makerspace foi convidado a participar como parte da equipe de facilitadores / mentores do STEM Tech Camp Brasil 2019, realizado na PoliSUP, em São Paulo. Passamos uma semana compartilhando experiências e conhecimentos com um incrível grupo de educadores, capacitando-os por meio de treinamentos de alfabetização digital e de mídia, bem como sessões sobre o movimento maker e tendências atuais de educação.

O que é um STEM Tech Camp?

Trata-se de uma semana impactante de imersão, parte de um programa de dois anos da Embaixada dos EUA no Brasil, em parceria com o Laboratório de Sistemas Tecnológicos Integrais (LSI-TEC) da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) e o Grupo Mais Unidos. Mas por que isso é importante? A edição brasileira de 2019 foi cuidadosamente planejada e executada para garantir o alcance de sua meta final: estruturar uma rede de multiplicadores formada por educadores, representantes das 27 Secretarias Estaduais de Educação e professores envolvidos com iniciativas escolares inovadoras em Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM). E o momento é oportuno, já que o Brasil está prestes a implementar uma reforma massiva da educação que representa grandes desafios para todos os atores envolvidos. Nesse cenário, o Tech Camp de 2019 é de grande relevância, pois incentiva a colaboração entre pessoas com potencial e liderança para articular e aprimorar ações – já existentes e novas -, visando o avanço do STEM. Veja a lista completa de participantes aqui.

O Camp reúne grandes protagonistas e líderes inspiradores que vivem de acordo com o que pregam. A Dra. Roseli de Deus Lopes da USP com sua palestra sobre o 21st Century Skills faz um chamado à ação. Ela apoiou seu discurso com dados relevantes em um tom perspicaz e motivador. O setor privado foi representado pela IBM, Instituto 3M, Microsoft, Qualcomm e Educando, entre outros. Eles falaram sobre seus programas educacionais e transmitiram uma mensagem incisiva: procure parceiros próximos à sua escola, planeje estratégias, faça contatos, envolva a sociedade privada e a sociedade civil para fazer uma diferença significativa. Ao todo, a equipe organizadora criou o ambiente perfeito para as pessoas se conectarem com idéias e projetos e desenvolverem uma orientação ao espírito do “eu posso fazer”, para desenvolver um senso comum de projetos compartilhados que tenham grande potencial para preparar melhor novas gerações de educadores e estudantes com o foco em um sistema educacional mais significativo e envolvente.

Last February the CTJ Makerspace was invited to participate as part of the facilitators/mentors team of the STEM Tech Camp Brasil 2019, held at PoliSUP, São Paulo. We spent a week sharing experiences and knowledge with an amazing group of educators, empowering them through targeted digital and media literacy training as well as sessions on the maker movement and current education trends.

What’s a STEM Tech Camp?

It is an impactful workshop week, part of a broader two-year program by the U.S. Embassy in Brazil, in close partnership with the Technological Integral Systems Laboratory (LSI-TEC), Polytechnic School of the University of São Paulo (Poli-USP) and the Mais Unidos Group. But why is it important? The 2019 Brazilian edition was carefully planned and executed to make sure it reached its ultimate goal: structure a network of multipliers formed by educators, representatives of the 27 Brazilian State Secretariats of Education and teachers leading important school initiatives in Science, Technology, Engineering and Mathematics (STEM). And the timing is just right, as Brazil is on the verge of implementing a massive education reform that poses great challenges to all players involved. In this scenario, the 2019 Tech Camp is of high relevance because it motivates collaboration among people with the potential and leadership to articulate and improve existing and new actions aimed at advancing STEM. See the full list of Participants here.

The Camp puts together great players and inspirational leaders who live by what they preach. Dr. Roseli de Deus Lopes from USP and her talk about 21st Century Skills is a call for arms. She backed her speech with relevant data in an insightful tone. The private sector was represented by IBM, Instituto 3M, Microsoft, Qualcomm, and Educando among others. They talked about their educational programs and conveyed a loud message: look for partners near your school, strategize, network, involve the private and civil society in order to significantly make a difference. All in all, the organizing team created the perfect environment for people to connect with ideas and projects, and develop an “I-can-do-it” orientation toward developing a sense of common, shared projects that have great potential to better prepare new generations of educators and students toward a more meaningful and engaging educational system.

Speed Geeking dominou a cena

O Camp desafiou a nós, facilitadores, a mudar nossas perspectivas, não apenas ministrando, mas também experimentando o engajamento e o aprendizado ativo. E a melhor maneira experimentarmos esse aprendizado é passarmos por ele. Tivemos que apresentar, convencer e “vender” nossas sessões junto com outros grandes apresentadores. E eram tantas sessões incríveis. Como apresentadoras, foi uma oportunidade única, pois pudemos sentir como o público respondeu às nossas ideias e ajustamos a abordagem do que estávamos trazendo para a conferência, tentando atender melhor as necessidades de nosso público. Os participantes estavam ansiosos para ouvir o que tínhamos a dizer e fizeram perguntas para entender melhor se nossa proposta era viável e ia de encontro a suas próprias realidades. Eles podiam escolher apenas três sessões de treinamento, então, eles estavam animados, energizados e realmente querendo participar! A experiência realmente nos mostrou que podemos inspirar e “nos inspirar” em novas formas de ensinar e aprender, quando envolvemos as pessoas de maneira diferente. Veja aqui o que aconteceu nessa experiência de aprendizado ativa e única.


O Design Thinking sempre ajuda

Sempre que um grupo multidisciplinar de pessoas comprometidas se reúne em uma sessão de brainstorming, num esforço colaborativo para resolver um problema com o qual realmente se preocupam e usam a metodologia do Design Thinking, a mágica acontece. Os participantes foram separados em grupos representando as cinco regiões brasileiras (Sul, Sudeste, Centro Oeste, Norte e Nordeste) e  foram convidados a falar sobre os desafios de suas realidades, e não ficarem paralisados por eles. Eles tiveram que encontrar uma necessidade e desenvolver um plano de ação para atacá-la. Ter a Renata Duarte da IDEO conosco maximizou nossas chances de alcançar bons resultados porque ela ajudou todos os grupos com a pergunta “Como podemos …” – a base para iniciar um plano centrado no ser humano em direção à ação. A abordagem foi comprovada correta pelos projetos incríveis de todas as regiões apresentados no último dia.

Maker-Centered Learning no STEM Tech Camp

Lendo a mídia popular, pode-se erroneamente pensar que os benefícios do aprendizado baseado no fazer (maker-centered learning) giram em torno das habilidades STEM. No entanto, as sessões maker em um STEM Tech Camp são mais sobre fomentar a mentalidade do maker para introduzir o aprendizado ativo nas aulas de STEM, aumentar o engajamento do aluno e fazê-lo ter sucesso nesse campo. Reforçando isso, uma pesquisa conduzida pela equipe do Agency by Design Project (AbD) sugere que uma promessa central de aprendizado baseado no fazer é mais do que o ter o conhecimento acadêmico específico (STEM). O Project Zero, sede da AbD em Harvard, descreve o principal benefício maker na educação como sendo o conceito do “empoderamento maker”: um tipo de disposição caracterizada por ver o mundo (objetos e sistemas projetados) como algo que você pode mudar. O empoderamento maker também tem a ver perceber-se como uma pessoa talentosa, ávido por reunir o conhecimento “just-in-time”, necessário para redirecionar e redesenhar as coisas através da criação, do fazer e do engajamento em projetos colaborativos. O aprendizado baseado no fazer é um grito de ação, construção de comunidade e fortalecimento de redes. Logo, ter uma sessão de empoderamento maker no Camp fez todo sentido. Todas as pessoas envolvidas precisam observar, questionar e redesenhar a maneira como os sistemas funcionam. Para ter sucesso, eles precisam de uma comunidade confiável de profissionais multidisciplinares, dispostos a fornecer insights e apoio – e a equipe da USP os ajudará totalmente nessa jornada. Não se consegue ser mais maker do que isso: comunidade, processo e ambiente combinados para melhorar a maneira como ensinamos e aprendemos no Brasil.

Relatividade evidente & Potencializando o que temos

No terceiro dia do Camp, ficamos todos emocionados ao sermos apresentados a alguns programas educacionais extraordinários no Brasil. Um grupo do STEM Tech Camp 2018 foi convidado para contar suas histórias de sucesso, e isso teve um impacto poderoso nos Campers de 2019. Aprender com os ex-alunos do STEM Tech Camp Brasil 2018 foi inspirador e relatável. Também curtimos os painéis de negócios e interações (Q&A) com Microsoft, Instituto 3M, IBM, Qualcomm e Educando by Worldfund. Há muita coisa acontecendo lá fora, e devemos nos basear nos pontos fortes dos outros e aprender juntos.

Alguns finalistas da Mostra de C&T 13M apresentaram seus projetos fenomenais durante o STEM Tech Camp. Ouvir os jovens e os professores defenderem o seu trabalho foi muito motivador e destaca a necessidade de mais pesquisa e produção prática na educação básica. Os alunos falaram sobre a emoção de aprender e fazer com propósito e como os projetos impactaram suas vidas. Isso nos lembrou que jovens sendo seus próprios porta-vozes foi um tema atual na Faire Maker de NY em 2018. Nela, vimos um talk rápido com o MIT Admissions Officer, Chris Peterson que compartilhou as razões do MIT para adotar um portfólio maker como mais uma maneira os candidatos poderiam expressar suas idéias durante o processo de admissão. Os candidatos devem integrar sua produção com uma história de como, por que e para/com quem você faz. Pudemos perceber que isso é exatamente o que a mostra do Instituto 3M fez. Mesmo que nem todos os estudantes se tornem cientistas, a capacidade de justificar suas escolhas de projetos já é uma boa razão para que o STEM alcance todos os alunos do sistema público. Agora que a primeira semana de workshop terminou, as equipes trabalharão em estreita colaboração com a USP e os facilitadores. Nós da CTJ Makerspace faremos o nosso melhor para contribuir com todos os projetos e estamos ansiosos para vê-los todos bem sucedidos, criando um maravilhoso efeito cascata.

.

Speed Geeking rules

The Camp challenged us, facilitators, to change our perspectives not only by delivering but also experimenting active engagement and active learning. And there is no better way than giving facilitators and participants opportunities to do just that. We had to pitch, convince, and “sell” our sessions against other great presenters. And so many great sessions there were. As presenters, it was a unique opportunity, since we got to feel how the audience responded to our ideas and troubleshoot our own approach to what we were bringing to the conference, trying to better tap into our audience’s needs. Participants were eager to hear what we had to say and asked questions to better understand if our proposal was feasible and adaptable to their own realities. They could choose only three training sessions, so they were excited, energized and EAGER! The experience really showed us that we can inspire and get inspired by new ways of teaching and learning when we engage people differently. Check what happened in this one-of-a-kind active learning experience.

Design Thinking helps every time

Whenever a multidisciplinary group of committed people sits together in a brainstorming session in a collaborative effort to solve a problem they genuinely care about and use Design Thinking framework, magic happens. Participants were separated into groups representing the five regions (Sul, Sudeste, Centro Oeste, Norte, and Nordeste) and asked to talk about the challenges and not be paralyzed by them. They had to find a need and develop an action plan. Having Renata Duarte from IDEO with us maximized our chances of achieving good results because she helped all the groups with their “How Might We…” question – the basis for starting a human-centered plan towards action. The approach was proven correct by the outstanding projects all the regions presented on the last Day.

Maker-Centered Learning in a STEM Tech Camp

Reading popular media, one might mistakenly think that the benefits of maker-centered learning revolve around science, math, engineering, and technology skills. Thus, maker sessions at a STEM Tech Camp are about fostering the maker mindset to introduce active learning in STEM classes, increase student engagement, and have them succeed in STEM. However, research conducted by the Agency by Design Project (AbD) team suggests that a central promise of maker-centered learning is more than the specific academic knowledge (STEM). Project Zero, home of AbD at Harvard, describes the primary benefit of maker in education as the concept of maker empowerment – a kind of disposition characterized by seeing the world (designed objects and systems) as something you can change. Maker empowerment has also to do with understanding oneself as a resourceful person, eager to gather the “just-in-time” knowledge necessary to repurpose and redesign things through making, creating, and engaging in collaborative projects. Maker-centered learning is a cry for action, community building and strengthening networks, so, having a maker empowerment session at the Camp makes a lot of sense. All people involved need to observe, question, and repurpose the way systems work. In order to succeed, they need a trusted community of cross disciplinary professionals, willing to provide insights and support – and the USP team will help them fully. It does not get more maker than that: community, process and environment to improve the way we teach and learn in Brazil.

Evident relatability & Leveraging what we have

On the third day of the Camp, we were all thrilled to learn about some extraordinary educational programs in Brazil. A group of 2018 Stem Tech Campers were invited to tell their success stories, and the impact on 2019 campers was powerful. Learning from the Alumni of the STEM Tech Camp Brasil 2018 was both inspirational and relatable.

We also enjoyed the business Panels and Interaction (Q&A) with Microsoft, Instituto 3M, IBM, Qualcomm, and Educando by Worldfund. There is so much already going on out there, and we should build on the strengths of others and learn together. See the business panels bellow.

Some finalists of Mostra de C&T 13M showcased their phenomenal projects during STEM Tech Camp. Hearing both youth and teachers advocate for their work was very motivating and highlights the need to have more research and hands-on making in basic education. Students talked about the thrill of purposeful learning and making and how the projects impacted their lives. Youth being their own advocates was a current topic at the NY Maker Faire, as MIT Admissions Officer, Chris Peterson shared MIT’s reasons for adding a maker portfolio as one more way applicants could express their ideas. Candidates have to integrate their making with a story of how, why, and for/with whom you make. I could notice that this is just what Instituto 3M Mostra did. Even if not all students will become scientists, being able to justify their project choices is already a good reason for advancing STEM for all students in the public system.

Now that the first workshop week is over, the teams will work in close collaboration with USP and the facilitators. We from CTJ Makerstpace will do our best to contribute to all projects and are eager to see them all succeed and create a wonderful ripple effect.

clique nas setas para ver o álbum de fotos

Thanksgiving Wings

By | Cultural, Narrativas Incríveis, STEAM Activity | No Comments

Texto por Larissa Victório e Naya Cunha

Fotos CTJ Makerspace

What are you thankful for? Essa foi a pergunta que nós do CTJ Makerspace resolvemos fazer para nossos usuários durante a semana que antecedeu o Thanksgiving.

Para exibir as respostas e ao mesmo tempo gerar engajamento, fizemos um par de asas estilizadas para a celebração do Dia de Ação de Graças e o penduramos no corredor de entrada do Makerspace. Disponibilizamos penas de papel onde as crianças puderam escrever suas mensagens de gratidão e colar na asa.

img_1218

A inspiração veio das artes do Beco do Batman em São Paulo, lugar onde grafiteiros se tornam famosos por suas artes urbanas estampadas nas paredes do lugar. “Demos asas” ao espírito de Thanksgiving e motivamos a todos a refletir sobre os motivos para agradecer.

img_1246img_1239img_1249

img_1241

.

.

.

.

.

.

.

.

A estrutura das asas ficou linda e foi cortada em papelão duplo usando a laser cutter no Makerspace, mas poderia muito bem ter sido cortada à mão. Sua estrutura foi composta de camadas sobrepostas para dar volume e pintada de rosa com tinta spray. As penas foram cortadas em papel A4 colorido na plotter de corte. O material  de baixo custo e de fácil aquisição, pode ser utilizado em diferentes projetos.

img_1224

Embora as asas ficassem no corredor, os professores foram muito importantes na divulgação. Eles levaram suas turmas para participar da ação, provocando a reflexão sobre o tema e permitindo o alinhamento com diferentes conteúdo programáticos. Depois de escreverem seus votos de agradecimento, os participantes podiam tirar fotos com as asas ao fundo, podendo postá-las com as hashtag’s #makergonnathank #thanksformaking e @ctjmakerspace.

img_1216

Muito sucesso, porém poucas fotos nas Hashtags! Todos gostaram muito do projeto, e tiraram fotos em seus aparelhos, porém as pessoas não as marcaram nas hashtags. Mesmo assim, para nós do Makerspace foi divertido e inspirador ler as mensagens coladas e ao mesmo tempo motivador. Muitos alunos escreveram o quanto gostam de estar e estudar na Thomas e fazer parte do nosso universo CTJMakerspace.

 img_1259

Mkaer Summit 2018

CTJ Maker Summit 2018 – A Professional Development Experience

By | American Spaces, Formação de Professor, Maker Movement, Sala de Aula, STEAM Activity | No Comments

On the 24th of January, CTJ Makerspace held the first Maker Summit for our American Space educators. OUR ULTIMATE GOAL was for teachers to feel truly inspired and motivated to take risks in adopting a Maker mindset, that is, we wanted teachers to feel motivated to use Maker activities in the classroom, as well as to feel capable of effectively integrating them in their classes so as to boost language practice/production. We wanted the Maker Day to be a memorable collective experience and that teachers felt empowered to innovate in their classrooms and to be the drivers of positive change in our school culture.

The first step toward maker-centered education is to “teach the teachers.” And what better way for teachers to learn than by becoming students for a day? That was the idea behind the 2018 Maker Summit. Equipped with some of the latest technology, teachers had to figure out how to manipulate the likes of virtual reality apps and glasses, Osmo Words kits, stop-motion videos apps, green screening, and Design Thinking. Educators got firsthand experience of the challenges, insecurities, and benefits that their students may have with interactive, exploratory, creative learning.

20180124_143311

After the event, the facilitating team sat together to discuss feedback from the involved teachers. Upon reflection, a series of important conclusions arose, the most important of which are:

  • It is paramount to be prepared to adapt activities in case technical issues occur, and not to let potential failures dismantle the whole project. In short: you always need a plan B!
  • In the mindset most of us were raised in and are accustomed to, it can be easy to think of discovery-driven learning as unclear and lacking in instruction, of noisy classrooms as messy or out-of-control. Therefore, it is important to keep an open mind and come to terms with the fact that learner autonomy in the classroom requires, also, that facilitators have the skills necessary to harness students’ creative energy for learning.

Overall, the 2018 CTJ Maker Summit was a valuable immersion experience for all involved parties and one that should yield fulfilling results in the near future.

See here photos of this great teacher development opportunity.

Written by Paula Cruz

 

 

banner-eventbride-jmd

Maker Activities to Boost Language Acquisition

By | English, Sala de Aula, STEAM Activity | No Comments

Would you agree to say that nowadays many kids spend way too much time indoors consuming technology? Would you go as far as saying that all this time in front of multiple screens have few positive aspects to it? But, isn’t  it also true that  many kids who are extremely frustrated in classrooms are YouTubers, gamers, coders, or hooked on tutorials and creative play?  How might we narrow the gap and design learning experiences that are both relevant  and engaging to children who easily become bored, start squabbling and end up playing games on their smartphones?

Many schools and libraries are turning to project-based learning and redesigning the ways people interact, understand, and take part in their own learning processes. This change in the educational setting is welcome and much needed. But, we must not be naive. Kids are natural makers, and if you  give them a few tools, their imagination will do the rest. However, they will probably need to learn how to be persistent, resilient and collaborative before they engage in industrious and creative work.

One of the first lessons CTJ makerspace staff  learned after delivering maker workshops and camps is that students don’t always know what to do with maker tools like Snap Circuits or Makey Makey and might  get overwhelmed with too many choices. Many do need help unlocking their creativity and dealing with frustration as they build their maker capacities, at least at first.

So, how to engage children in meaningful, purposeful tinkering, especially if they do not speak English as their first language?

 Let  children experience maker activities.

CTJ makerspace has been offering youth in Brasilia a rich portfolio of activities. Parents may choose from 3D Printing for Kids, Coding, Super Hero Design Challenges or Goldberg Machines. Each of these activities involves kids learning how to use real tools safely, getting a mission, and collaborating to solve a challenge, using their own hands and creativity.  During our last Maker Day – Make Your Own Superhero, students were encouraged to think about challenges we face nowadays.  A skilled Casa Thomas Jefferson English teacher facilitated the session and used strategies to make sure students not only coped with the authentic language that emerged, but also participated actively and unleashed their problem solving and creativity.

 Design Challenges

During maker-centered activities, students get interested in making the project work. Sometimes the task may seem too ambitious for the short time teachers have. So plan challenges that revolve around prompts, but  still  allow students the flexibility needed to make the project their own. When students are immersed in making, there is intrinsic motivation involved, and they most likely will be eager to share what they have created. This genuine interest to talk and write about their inventions might facilitate the acquisition of the English language, for when students purposefully devote themselves to a task, they are more prone to achieving success.

Share

Both project-based learning and maker-centered learning involve the creation of tangible products. When students are excited and engaged in the inquiry process supported by learning technologies that help them push beyond their current abilities, they become able to create a set of tangible objects that they will probably be proud of. If the teacher motivates these learners to publicly share their results, there is a great chance they will do it eagerly and produce language to their best possibilities.
Maker Day

35156833705_0df77630ec_z

Maker Fieldtrips

By | American Spaces, Eventos, Makerspaces, Português, Projetos, Smithsonian, STEAM Activity | No Comments

Equipado com impressora 3D, plotters, cortadora a laser e máquinas de costura, o espaço do fazer da CTJ oferece para a comunidade a possibilidade de se encantar por uma tecnologia, aprender uma habilidade digital e/ou manual, criar um projeto e se conectar com pessoas e ideias inovadoras. Jovens que frequentam espaços de aprendizagem maker, muito comum nos Estados Unidos, desenvolvem a confiança, aprendem a colaborar, ser resilientes e desenvolvem uma atitude positiva ao enfrentar desafios.

Por esse motivo, oferecemos a todos os  alunos da Casa Thomas Jefferson um  fieldtrip ao makerspace para que se tornem parte da nossa crescente comunidade de pequenos fazedores. Nossos fieldtrips acontecem mensalmente e proporcionam experiências únicas de aprendizagem na língua inglesa. No mês de maio, alunos do Lago Sul e da Asa Sul tiveram uma tarde muito animada repleta de desafios. Construímos Máquinas de Rube Goldberg, aparatos que são muito conhecidos e cultuados nos Estados Unidos. Elas já foram imortalizadas em selos, viraram título de livros, têm centenas de páginas temáticas na internet e há anos são tema de competições de grande porte com direito a transmissão pela TV em cadeia nacional.

O desafio da tarde era o de criar em grupos a mais estapafúrdia e trabalhosa  maneira de realizar a tarefa básica de fazer uma bolinha cair  de cima de uma caixa para um alvo no chão. O desafio extra era o de construir um circuito simples com módulos de Littlebits para iniciar todo o processo. A construção das máquinas durante os fieldtrips foi um meio nada convencional, mas muito eficiente, de levar os estudantes aos infinitos caminhos da imaginação, criatividade e do pensamento intuitivo.

Consulte aqui a nossa programação mensal e participe.

 

img_20170506_143803_0271

Mother’s Day | Dia das Mães

By | Eventos, Maker Movement, Makerspaces, Narrativas Incríveis, Programação, STEAM Activity | No Comments

Dia das Mães Maker

 

De todos os presentes que compramos para nossas mães, nossa presença é provavelmente o presente mais importante e desejável. Para estimular o fazer e o estar juntos, o Makerspace da Casa Thomas Jefferson presenteou filhos e filhas com a possibilidade de construir, aprender e co-criar o seu presente junto com quem mais importa. Mães, filhos e o time da CTJ  parafusaram madeira, lixaram e montaram a parte elétrica para fazer a base da luminária. Depois, a parte criativa: aprender conceitos básicos de Adobe llustrator (software de edição de imagem) para criar o design e cortar na laser.

Veja alguns dos projetos feitos aqui

 

img_20170328_180447171

Atividades em Resource Center – March | Resource Centers Activities in Março

By | American Spaces, Makerspaces, Narrativas Incríveis, Programação, Projetos, STEAM Activity | 6 Comments

In March, our makerspace and all six libraries scattered around Brasilia held engaging STEAM programs that revolved around American ingenuity and aimed at motivating participants to deepen their interest and curiosity to pursue careers in science, technology, engineering and mathematics (STEM).  Patrons and members of the community come to the our libraries to be inspired, learn new skills and have experiences that they don’t have access to anywhere else other than CTJ American Space.

Our main branch Resource Center, besides all the daily routines, offered two simple, yet engaging programs in March. The first one celebrated Saint Patrick’s Day and engaged participants in a series of English Learning tasks. More than 250 participants learned about Saint Patrick’s history, how this date is celebrated in the U.S., and made delicious green waffles. The second activity involved short stories. We launched this ongoing activity with an intriguing story of a boy who got a dog that had only one leg. Discussion was led that questioned our understanding of empathy, civil rights and the challenges people with disabilities face.

In our Asa Norte and Lago Sul branches, learning took place by the means of two STEAM experiments – the Electric Pendulum and the Electron Detector. In the first activity, English language learners were exposed to extra-curricular activities that made them realize the existence of magnetic fields. 85 youth came to the library to be surprised, explore and learn. We also had simple activities to promote the English Language that counted with massive participation of motivated young minds. Patrons made a very exquisite mix and created 3D pieces of art with it. We also had Rube Goldberg Machines and the revival of the CTJ Book Club.  In Taguatinga, CTJ staff members organized a lively session on augmented reality. At Casa Thomas Jefferson, learning is a holistic and captivating experience.


No mês de março, alunos, pais e comunidade em geral participaram de atividades que estimularam a criatividade, colaboração e aprendizado interdisciplinar para celebrar datas importantes, aprender aspectos culturais e enriquecer o aprendizado da língua Inglesa. 

Saint Patrick‘s Day - Para celebrar Saint Patrick‘s Day, o RC da Asa Sul criou uma gincana com ligue as piadas, complete o texto e responda ao quiz. Como prêmio, fizemos um waffle colorido e os alunos participaram em peso. 

Short Stories Animated - Nossos alunos e membros do Resource Center tiveram momentos de reflexão e de fortes emoções nas sessões de Short Stories que aconteceram no RC da Asa Sul. A primeira sessão aconteceu antes do início das aulas para os frequentadores do RC. Utilizamos um curta que mostrava um jovem ganhando um cachorro que não tinha uma pata para estimular a reflexão sobre pessoas com necessidades especiais. Convidamos também diferentes turmas e escolhemos curtas dentro do que estava sendo trabalhado pelos professores. Esta atividade será mantida e novos assuntos serão abordados. O intuito é manter o Short Stories sempre alinhado à procura dos professores e do interesse dos frequentadores.

Electric Pendulum - Nessa atividade, os participantes perceberam a existência do campo magnético e puderam diferenciar as cargas elétricas e verificar a relação entre cargas opostas e idênticas.  Ao abrir uma raquete elétrica e identificar os fios positivo/negativo, os frequentadores fizeram conexões que permitiram criar um pêndulo elétrico “eterno”. Foi uma experiência singular e todos gostaram muito da atividade. Tivemos 85 participantes. Alguns professores também trouxeram suas turmas.

Electron’s Detector – Os participantes puderam fazer a transferência de carga elétrica do próprio corpo para um balão e retransmitir esta carga para uma esfera feita com papel laminado e assim perceber o comportamento dos elétrons de cargas iguais. Foram 71 os envolvidos diretamente na execução desta atividade.

Sistema Hidráulico –  A partir de um guindaste hidráulico produzido dentro do Resource Center, nossos usuários puderam entender de forma prática o seu funcionamento. E para tornar o aprendizado ainda mais divertido os 94 participantes tiveram um desafio a cumprir e aqueles que conseguiram em menor tempo foram para o ranking entre os desafiados.

3D Paint - Nossos jovens cientistas fizeram um experimento com espuma de barbear, cola branca e corante alimentício para fazer uma pintura tridimensional.

Rube Goldberg Machine – Os alunos construíram uma máquina de reação em cadeia. Com material reciclável, uma caixa de papelão e muita fita adesiva, os alunos colocaram a mão na massa e testaram várias hipóteses até alcançarem o objetivo.

CTJ Book Club - O Book Club é uma atividade dedicada às pessoas que gostam de ler, ouvir interpretações diferentes, conhecer novas pessoas e ainda aprimorar o conhecimento na língua inglesa. O Book Club proporciona um ambiente descontraído e harmonioso entre pessoas das mais diversas faixas etárias, perfis e níveis de conhecimento da língua.

Make Things Come Alive  – Em Taguatinga, jovens aprenderam conceitos de costura de cadernos e se encantaram com as capas de realidade aumentada.

17626586_1458208407584159_2937804603781053491_n

Augmented Reality and Wildlife Conservation

By | 21st Century Skills, American Spaces, Competência Digital, English, Maker Movement, Narrativas Incríveis, Sala de Aula, STEAM Activity | No Comments

In March, 2017, 30 youth participants came to Casa Thomas Jefferson Taguatinga  to have a quite unique English learning experience. Participants made a customized sketchbook with an augmented reality cover. In the beginning of this program, we  talked to participants about encouraging environmental protection (such as wildlife conservation or response to climate change). We explored the concept of augmented reality and told participants they would make a sketchbook.

We used the app Floresta sem fim (Faber Castell) that  depicts Brazilian wildlife species and engaged participants with hands on activities. We had 30 youth participants eagerly working and practicing the English language out of the classroom through making a tangible object.

17634567_1458208297584170_6359431626691180713_n

33597023511_13acc0cbbe_z

Thomas Griggs visita Centro Interescolar de Línguas

By | American Spaces, Escolas Públicas, Programas Sociais, STEAM Activity | No Comments

A Casa Thomas Jefferson e a Griggs International Academy trazem aos alunos de qualquer escola regular a possibilidade de cursar o High School Americano.​ O programa Thomas Griggs complementa os estudos dos alunos do Ensino Médio para que possam obter, além do diploma do Ensino Médio brasileiro, um diploma de High School, sem a necessidade de estudar fora. Os alunos estudam matérias do currículo norte-americano e desenvolvem o inglês com a excelência já reconhecida da Thomas. Além das disciplinas US History, US Government, British Literature, American Literature, Computer Education, Health e Fine Arts, os alunos também participam de atividades guiadas de Community Service.

Em 10 de março de 2017, 18 alunos do programa tiveram a oportunidade de trabalhar lado a lado com 18 alunos do Centro Interescolar de Línguas 2 (CIL 2). Em parceria, participaram de atividades que visam o desenvolvimento de competências socio-emocionais, como resiliência, cooperação e liderança. Os alunos interagiram durante duas horas para criar pequenos robôs desenhistas, utilizando material reclável e o kits de eletrônica modular (LittleBits). Um dois maiores benefícios desse intercâmbio foi ampliar os horizontes dos dois grupos de alunos, estimular o pensamento criativo para chegar a soluções em conjunto e compartilhar conhecimento interdisciplinar. A parceria do CTJ Makerspace e do CIL já é consolidada. Agradecemos o engajamento da equipe do CIL 2 (Patrick Ramon, Karina Torres e Silvânia Monteiro) e da equipe da Casa Thomas Jefferson.

 

Thomas Griggs

33597023511_13acc0cbbe_z

Thomas Griggs @ “Centro Interescolar de Línguas”

By | 21st Century Skills, American Spaces, English, Escolas Públicas, Maker Movement, Makerspaces, Programas Sociais, STEAM Activity | No Comments

Thomas Griggs

The binational Center Casa Thomas Jefferson has a program called Thomas Griggs  aimed at preparing youth to become eligible to American High School certification. Students take complementary lessons on US History, US Government, British and American Literature, Computer Education, Health e Fine Arts. Also, students get prepared for Community Service.

CTJ Makerspace

CTJ has an innovation hub that offers students and people in the community unique and innovative english language learning experiences. We designed a program to promote collaboration between Thomas Griggs students during community hours and public school students.

Innovative English Language Programming

In March, 2017, 20 Thomas Griggs students did community hours at Centro Interescolar de Línguas. The program brought a challenge: create a drawing bot out of recyclables and Littlebits. In the first part of the workshop, students learned about American Spaces and the learning opportunities available for them at CTJ`s makerspace. Then, they were introduced to Littlebits and used their creativity to make their bots work. When this experiencial part of the session was over, students reflected upon what they had learned and how they could facilitate a similar session for 30 CIL students. Then, each Griggs student became a facilitator of a small group, and collaboration and genuine exchange of ideas abounded.  One of the highlights of this maker workshop was when the first projects came to live and participants started believing in their ability to make their project work. Soon enough the school was buzzing with excitement and learning. All CIL school community and Griggs students were invited to CTJ Makerspace for more free learning opportunities (to laser cut, 3D print, and use design software).

Thomas Griggs

img_20161112_065655

Access Students @ CTJ Makerspace

By | Competência Digital, English, Escolas Públicas, Eventos, Maker Movement, Makerspaces, Programas Sociais, Sala de Aula, Smithsonian, STEAM Activity | No Comments

The English Access Micro scholarship Program (Access) provides a foundation of English language skills to youth ranging from  13 to 20 year-olds from economically disadvantaged sectors. The program makes available  after-school classes and intensive sessions in well known language institutions.  Access gives participants English skills that may lead to better jobs and educational prospects and Casa Thomas Jefferson is always careful with the design of the lessons and material choice so that access students are offered the best teaching practices.

On November 11th, 60 access students came to our makerspace and our staff  provided them with learning opportunities  specially designed  to “fulfill the human desire to make things”. Our team used years of teaching experience aligned with the knowledge we have gained making our space to design activities for our access students. During the sessions, students worked in groups and had to perform three tasks. The underlining assumption in each of the tasks was that success in a knowledge society is not about knowledge alone. Learning environments  must focus on building a culture of innovation, beginning by creating a foundation for lifelong learning. All the activities motivated collaboration and  provided students with digital and analog tools to support learning practices that inspire such culture.

 

 

img_20161125_171621835

CTJ Makerspace @ Green Nation Festival| NOV/2016

By | American Spaces, English, Escolas Públicas, Eventos, Maker Movement, Narrativas Incríveis, Programas Sociais, Projetos, STEAM Activity | No Comments

On November 24th, 2016, Rio de Janeiro hosted at Museu do Amanhã and Pier Mauá The Green Nation Fest to raise awareness of the impact humans have caused. But the festival did more than that; It actually promoted the new approach Cradle to Cradle – The Way We Make Things.

The main goal of the festival was to make ordinary people, organizations, and business sensitive to the challenges our planet faces today and take action to create feasible alternatives. Through sensory installations, presentations by national and international experts, workshops, and panels, the festival opened room for reflection on what we consume, what business models we want to support, and what our options are if we are committed to both reducing our carbon footprint and having a positive impact on the planet. The festival showed that innovation must be part of everyday business and life and that it is only worth it if it helps people strengthen connections and deepen health and environment.

The main themes of the 2016 event revolved around environmental preservation, water scarcity in the world, recycling, climate change, self-sustainable fashion industry and more. This year it offered several attractions; Programming was divided into Circular Economy, Entrepreneurship to Overcome environmental challenges and Innovation for Sustainability. This edition also included workshops on co-creation, a multimedia festival and an International Film Festival with films about sustainability in the daily life of big cities, and of course maker workshops.

Because the mission of the festival is closely tied to the U.S. Embassy & Consulate in Rio, CTJ was invited to host a series of maker workshops that combined technology, innovation, and construction of knowledge. Our narrative started with two installations created by our partner Glauco Paiva, a very prolific and generous maker.

Participants got their hands dirty in the construction of automatas. We were very impressed by two things; First, how some people completely freeze when they are asked to make something functional. We heard over and over the phrases: I can not make anything; I am not creative at all; I have no clue how to start. We gave examples, worked together, motivated, and got every single person to at least try creating something, accept failure as a growth path, and be more positive regarding their creative processes. Second, how participants were eager to be offered a more experiential approach to learning. People who came to 0ne of our sessions learned that they can learn by doing in a collaborative environment.

See more in the video below:

 

 

 

 

 

 

 

 

14317400_1178065298931806_306156304991541757_n

Developing reading tasks with Lego© & Technology

By | American Spaces, Competência Digital, Formação de Professor, Makerspaces, Narrativas Incríveis, Sala de Aula, STEAM Activity | No Comments

CTJ Makerspace fosters a community of committed teachers, who are eager to learn new technologies to implement in their classrooms. During the first EdTech Hub in the makerspace, teachers were exposed to Stop Motion Studio App that makes creating stop motion videos really easy. The Edtech facilitator, Mariana Sucena, guided teachers into the task of preparing short videos based on pieces of reading from varied levels: Junior, Teens, Flex Flex, or  Top Flex.

In sync with the maker spirit, teachers learned by doing and were really excited about the power of integrated activities: reading, making, and using technology with a clear pedagogical goal in mind. Educators left the session with some feasible and exciting ideas to engage their students. It was a creative and exciting day at CTJ Makerspace. Please, see what some very creative teachers created below.

Screen Shot 2016-08-07 at 9.04.09 PM

Earth Day for Makers | Sub Irrigated Plant

By | 2016, American Spaces, Maker Movement, Narrativas Incríveis, Sala de Aula, Smithsonian, STEAM Activity | 7 Comments

Earth Day is the annual celebration of the environment and a time to assess the work needed to protect the natural gifts of our planet. Earth Day is observed around the world, although nowhere is it a national holiday. In the United States, it affirms that environmental awareness is part of the country’s consciousness and that the idea of protecting the environment – once the province of a few conservationists – has moved from the extreme to the mainstream of American thought. There are simple ways to engage participants with activities that will help them think about their own actions and consequences for the planet.

Sub irrigated Plant

Sub irrigated Plant

IMG_0636

Rube Goldberg Machine

By | Maker Movement, Makerspaces, Narrativas Incríveis, Sala de Aula, Smithsonian, STEAM Activity | No Comments
rube_goldberg _small

Goldberg Machine

There are low-cost, simple ideas for STEAM activities that might add a very nice touch to your programs  in American Spaces.  A clear example is building a Rube Goldberg machine - a contraption, invention, device that is deliberately over-engineered to perform a simple task in a complicated fashion. When kids start making a chain reaction with access to materials and tools like a hot glue gun, soldering iron, and Strawbees, they feel the thrill of making something, work collaboratively, and exercise logical reasoning. This engaging activity could be a great hands 0n component for a program on invention and innovation for varied age levels.  Participants generally love including a chain reaction and learn about the American cartoonist and inventor Rube Goldberg (1883–1970).

For this activity, we used adapted material from the Smithsonian Institution to boost participation and engagement.