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MOONLANDIG CELEBRATION :: DR ANNA LEE FISHER VISIT

By | 21st Century Skills, American Spaces, Cultural, English, Eventos, Português, STEAM Activity | No Comments

Na semana passada, o Departamento de Estado dos EUA juntou-se a muitos parceiros em todo o mundo para celebrar uma das maiores realizações da humanidade: pousar na Lua, Missão da Apollo 11 que não foi apenas um sucesso para a América, mas para o mundo inteiro. Aqui no Brasil, não foi diferente.

Para celebrar uma data tão importante, a Embaixada Americana e o Espaço Americano Casa Thomas Jefferson tiveram o prazer de receber a primeira mãe americana a ir ao espaço, a Dra Anna Fisher. Um dos objetivos mais importantes do nosso Espaço Americano é promover a educação STEM, e ter a Dra Fisher fez exatamente isso. O programa contou com a presença de professores e alunos de escolas públicas que fazem parte do Programa Access em Brasília, juntamente com alguns de nossos próprios professores, alunos e usuários.

Last week, the U.S. Department of State joined many partners around the world to celebrate one of humanity’s greatest achievements: landing on the moon, for The Apollo 11 Mission was not just a success for America, but for the whole world. Here in Brazil, was not different.

To celebrate such an important date, The American Embassy and the American Space – the Binational Center Casa Thomas Jefferson -, had the pleasure of hosting the first American mother to go to Space – Dr Anna Fisher. One of the most important goals of our American Space is to advance education and promote STEM education, and having Dr Fisher here did exactly that. The program counted with the presence of public school teachers and students that are part of the Access Scholarship Program in Brasilia along with some of our own teachers, students and patrons.

Os participantes tiveram uma grande experiência de aprendizado quando ouviram uma astronauta dizer-lhes em primeira mão sobre sua missão, com um tom muito humano e amigável. Ela adicionou fotos dela beijando seu bebê, pouco antes de sua missão, e outras fotos muito impressionantes que ela tirou do espaço com sua própria câmera. Ela também respondeu muitas perguntas de participantes ávidos e reforçou a necessidade de dedicar tempo a estudos sérios e à busca de carreiras nas áreas de STEM.

Após a palestra, conduzimos uma atividade STEM/Maker aqui no Thomas Maker. Os grupos tiveram que conduzir pesquisas sobre os três principais desafios ao reentrar na atmosfera – desaceleração, como pousar com segurança no oceano e como resistir ao calor da reentrada. A Dra Fisher circulou por todas as mesas onde os grupos estavam trabalhando para contribuir e adicionar informações que eles precisavam para entender melhor os desafios propostos. Ter a chance de aprender com um especialista agregou muito valor à atividade. Para ajudar os participantes a lidar com a carga do idioma, a equipe fez uma cuidadosa curadoria de sites e ideias importantes, incluindo um vídeo muito interessante sobre como criar um escudo térmico DIY.

Participants had a great learning experience as they heard an astronaut tell them first hand about her mission with a very humane and friendly tone. She added pictures of her, kissing her baby child, just before her mission, and some very impressive photos she took from space with her own camera. She also answered many questions from eager participants, and wrapped up by reinforcing the need to devote time to serious studying and pursuing STEM careers.

Following the talk, we delivered  a STEM/Maker activity at Thomas Maker. Groups had to conduct research on the three main challenges when re-entering the atmosphere – deceleration, how to land safely on the ocean, and how to resist the heat. Dr Fisher went to all the tables where the groups were working to contribute and add pieces of information they needed in order to understand better the challenges proposed; having the chance to learn from an expert added a lot of value to the activity. To help participants cope with the language load, the staff made a careful curation of important sites and ideas, including a very interesting video about how to create a DIY heat shield.

Os grupos foram rearranjados para que todos tivessem um componente a ser observado de perto nos desafios propostos e trabalhassem em equipe. Os participantes, então, receberam o desafio de prototipar um módulo de reentrada. Para isso eles receberam um mini-módulo cortado a laser e trabalharam nele para vencer o desafio final: derrubá-lo com um ovo dentro, de uma altura de 5m, para testar seu trabalho.

Como resultado, os participantes tiveram uma melhor compreensão dos desafios enfrentados pelos astronautas, trabalharam em conceitos STEM, praticaram o idioma inglês e se familiarizaram com os procedimentos de design e prototipagem / teste. Além disso, foram também muito motivados para se dedicarem à vida acadêmica.

The groups were rearranged so that all the groups had one component that had observed closely one of the challenges proposed and could work as a team. Participants, then, were given the challenge of prototyping a re-entry module. They got a laser cut module, and worked on it to make it more equipped for the challenge: drop it with an egg inside to test their work.

As a result, participants got a better understanding of the challenges astronauts face, worked on STEM concepts, practiced the English language, and got familiar with design and prototyping/testing procedures. Besides, getting very motivated to devote themselves to their academic lives.

Thanksgiving Wings

By | Cultural, Narrativas Incríveis, STEAM Activity | No Comments

Texto por Larissa Victório e Naya Cunha

Fotos CTJ Makerspace

What are you thankful for? Essa foi a pergunta que nós do CTJ Makerspace resolvemos fazer para nossos usuários durante a semana que antecedeu o Thanksgiving.

Para exibir as respostas e ao mesmo tempo gerar engajamento, fizemos um par de asas estilizadas para a celebração do Dia de Ação de Graças e o penduramos no corredor de entrada do Makerspace. Disponibilizamos penas de papel onde as crianças puderam escrever suas mensagens de gratidão e colar na asa.

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A inspiração veio das artes do Beco do Batman em São Paulo, lugar onde grafiteiros se tornam famosos por suas artes urbanas estampadas nas paredes do lugar. “Demos asas” ao espírito de Thanksgiving e motivamos a todos a refletir sobre os motivos para agradecer.

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A estrutura das asas ficou linda e foi cortada em papelão duplo usando a laser cutter no Makerspace, mas poderia muito bem ter sido cortada à mão. Sua estrutura foi composta de camadas sobrepostas para dar volume e pintada de rosa com tinta spray. As penas foram cortadas em papel A4 colorido na plotter de corte. O material  de baixo custo e de fácil aquisição, pode ser utilizado em diferentes projetos.

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Embora as asas ficassem no corredor, os professores foram muito importantes na divulgação. Eles levaram suas turmas para participar da ação, provocando a reflexão sobre o tema e permitindo o alinhamento com diferentes conteúdo programáticos. Depois de escreverem seus votos de agradecimento, os participantes podiam tirar fotos com as asas ao fundo, podendo postá-las com as hashtag’s #makergonnathank #thanksformaking e @ctjmakerspace.

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Muito sucesso, porém poucas fotos nas Hashtags! Todos gostaram muito do projeto, e tiraram fotos em seus aparelhos, porém as pessoas não as marcaram nas hashtags. Mesmo assim, para nós do Makerspace foi divertido e inspirador ler as mensagens coladas e ao mesmo tempo motivador. Muitos alunos escreveram o quanto gostam de estar e estudar na Thomas e fazer parte do nosso universo CTJMakerspace.

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Experiencing  the art of Jean-Michel Basquiat with Gurulino

By | American Spaces, Cultural, Escolas Públicas, Narrativas Incríveis, Programas Sociais | No Comments

In June, the Casa Thomas Jefferson Makerspace went on a mission: to provide the local community of artists, teachers, and students an immersive, hands-on experience on the work of the astonishing American artist Jean Michel Basquiat (1960-1988). The team was looking for engaging ways that a makerspace could convey the relevance of the artist’s work and the historical/cultural context in which he emerged in way that would make people eager to learn and express themselves.

The best way to start was to find the right partner: Pedro “Gurulino” Sangeon, a prominent local artist, who not only took the lead in the delivery but also helped in the planning of the creative activities. The result was a mix of sensory experiences specially designed to immerse participants in the impressive work of Basquiat, and depart from the preconceived stereotyped notion of beauty. In the end, enthralled participants created their own pieces of art using a variety of techniques inspired by the “King of Remix” style.

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Pedro Sangeon | www.gurulino.com

The Program

The workshops took place in the context of Basquiat’s Exhibit about the artist being held in Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) from April 21st, 2018 to July 1st, 2018. In close collaboration with the American Embassy, Casa Thomas Jefferson offered two sessions of this one-day program. The first one targeted local artists, art students and professors, and the community. The second round was specially tailored for public school teachers and students at CIL.

Storytelling – Getting to know Gurulino

Gurulino art is displayed all over Brasilia and bears a resemblance to Basquiat’s work for his use of poetry, graffiti, and varied techniques. Guru, as his numbered followers call him, started the workshop telling participants a little about his own experience as an artist. Just like Basquiat, Gurulino is not a so called grafiteiro, he is an artist who attended art school, but uses spray paint to convey his thoughts, provoke, and question the reality we face in big cities daily. In his opening talk, Guru spoke about how Basquiat’s work is misleadingly perceived as that of an “unstudied” artist and how Basquiat very skillfully and purposefully brought together a range of disparate traditions, practices, and styles to create a unique kind of visual collage.

Laser cut in an art workshop

The workshops were designed to help students stay focused as the instruction progressed. The first task was to put together a laser cut puzzle. After sharing what the painting “Boneless” made them feel, participants turned it over to discover that the puzzle was also a board map of the workshop journey. Participants were engaged in constructing knowledge together as they collaboratively accomplished tasks to unlock the ‘rooms’.

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The first room – Virtual Reality in the mix

Participants took a virtual trip to Brooklyn in the eighties and explored media rich content (video, text, pictures) to start their learning journey. They were motivated to summarize what they were learning in their own words. Then, we used Kahoot, a simple “drill and practice” piece of software, to wrap up this immersive trip into Basquiat’s universe. To keep participants engaged and active, before providing the answers, participants were supposed to discuss in groups and spot the information within the materials in the virtual trip.

The first room – Virtual Reality in the mix

Participants took a virtual trip to Brooklyn in the eighties and explored media rich content (video, text, pictures) to start their learning journey. They were motivated to summarize what they were learning in their own words. Then, we used Kahoot, a simple “drill and practice” piece of software, to wrap up this immersive trip into Basquiat’s universe. To keep participants engaged and active, before providing the answers, participants were supposed to discuss in groups and spot the information within the materials in the virtual trip.

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When the first room was unlocked, Guru started a series of exercises aimed at warming up participants and shifting from an I-CANNOT-DRAW state of mind to an I-CAN-DO-IT attitude.

The second room – Human Anatomy and Basquiat

At this point in the workshop, more familiar with Basquiat’s trajectory, participants received part of a skeleton to put together and customize. Each group received different types of art supplies that Basquiat used in his work to experiment with.

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Unlocking the second room was once more a collaborative experience. Participants put all parts of the human skeleton together and revisited Basquiat’s work in which he used human anatomy to convey his ideas.

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The third room – Questioning beauty

In the third room, participants got famous portraits and had to reassemble them in unique ways. The idea here was to question our preconceived idea of beauty. Guru also talked about the tendency of looking at art and stating likes and dislikes. According to him, this is not the approach one should take. Instead, we should build  empathy and understand the artist’s pain and ideas behind the painting.
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The fourth room – The king of Remix

In the fourth room, participants had the opportunity to apply the techniques they learned, the knowledge they co-constructed and the materials available to express themselves. Surrounded by Basquiat’s paintings, the skeleton, their own drawings, and words they wrote down whenever they heard a bell, participants were ready to create their own Basquiat-inspired work of art. Moved by the artist’s roots and struggles, Guru invited participants to express their own ideas, fears, and desires.

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Specially designed to engage, the workshop got extremely positive feedback and made it clear to everyone involved that makerspaces are a wonderful platform to co-design unique learning experiences.

WSP Basquiat w/ Gurulino

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CTJ Makerspace at World Water Forum 8 in Brasília

By | 21st Century Skills, Cultural, Escolas Públicas, Eventos, Narrativas Incríveis, Problem Solving, Programas Sociais | No Comments

Invited by Green Nation, Casa Thomas Jefferson Makerspace participated actively in the events held at GN Citizen Village in the 8th World Water Forum. The WWF is the world’s biggest water-related event and is organised by the World Water Council. Its mission is to promote awareness, build political commitment and trigger action on critical water issues at all levels, to facilitate the efficient conservation, protection, development, planning, management and use of water in all its dimensions on an environmentally sustainable basis for the benefit of all life.

This eighth edition was hosted in Brasília from March 18 to March 23, 2018. It is reported that the event brought seventy thousand visitors to the city in the first three days. Around ten thousand of the attendees were specialists who participated in the actual forum, but the majority were students and non-specialists visiting the free Citizen Village. The Forum counted on the support of  Green Nation to host experiential sessions that not only raised awareness but also created a growing movement of people who care to take action and change consumption habits.

At the Green Nation Citizen Village, CTJ Makerspace delivered four sessions that translated research into interactive experiences, appealed to people’s emotions and questioned the way we learn and the reasons we learn content matter. We offered participants two different types of experiences. The first one comprised two prototyping sessions, delivered to public school students and teachers and aimed to help them develop their creative abilities using Arduino. The CTJ Makerspace team and architect/maker/designer Lucas De Sordi helped people to understand the code behind the Arduino project – Thirsty Flamingo. The beauty of this session was that we could see families prototyping and learning together different ways to tackle everyday challenges. In the second experience, comprised two design thinking/prototyping sessions to reduce and/or recycle grey water. In these sessions two groups had the chance to build a proactive mindset as they learned about the tools, the movement of learning together to solve challenges, and the free learning opportunities awaiting them at our American Space.


Convidado pelo Green Nation,  Casa Thomas Jefferson Makerspace teve participação ativa nos eventos que ocorreram em sua Vila Cidadã da oitava edição do Fórum Mundial da Água. O Fórum é o maior evento do mundo sobre temas ligados à água. Sua missão é promover a conscientização, construir compromissos políticos e provocar ações em temas críticos relacionados à água para facilitar a sua conservação, proteção, desenvolvimento, planejamento, gestão e uso eficiente, em todas as dimensões, com base na sustentabilidade ambiental, para o benefício de toda a vida na terra.

A oitava edição do Fórum foi sediada em Brasília entre 18 e 23 de março de 2018. Relatórios indicaram que o evento trouxe 70.000 pessoas para a cidade nos três primeiros dias de conferência. Cerca de 10.000 desses visitantes são especialistas que participaram ativamente do Fórum, mas a maioria do público era de estudantes e não-especialistas que visitaram a Vila Cidadã. O Fórum contou com o apoio do Movimento Green Nation para sediar sessões experimentais que não só promoveram conscientização, mas também criaram um movimento crescente de pessoas que se importam em tomar atitudes para a mudança e mudam seus hábitos de consumo.

Na Vila Cidadã, o CTJ Makerspace realizou 4 sessões que transformaram pesquisas em experiências interativas, com apelo às emoções das pessoas, questionando a forma como aprendemos e as razões para a importância desse aprendizado. Oferecemos aos participantes dois tipos diferentes de experiências. O primeiro consistiu em duas sessões de prototipagem oferecidas a estudantes de escolas públicas e professores, e teve o objetivo de auxiliá-los no desenvolvimento de suas habilidades criativas usando Arduino. A equipe do CTJ Makerspace e o arquiteto/maker/designer Lucas De Sordi ajudaram pessoas a entender a programação do projeto de Arduino – Thirsty Flamingo. A beleza dessa sessão foi que pudemos observar famílias criando protótipos e aprendendo juntas sobre diferentes formas de combater desafios cotidianos. Na segunda experiência, dois grupos tiveram a oportunidade de construir uma mentalidade proativa em sessões de design thinking para reduzir e/ou reaproveitar “água cinzenta” (proveniente de uso doméstico), enquanto aprendiam sobre as ferramentas necessárias, o movimento de aprendizado em conjunto para solucionar desafios, e as oportunidades de aprendizado gratuitas que estão à disposição deles em nosso Espaço Americano.

CTJ - Green Nation Festival - 8º Fórum Mundial da Água

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Human Library |Biblioteca Humana

By | American Spaces, Cultural, English, Eventos | No Comments

Modern American Spaces are lively physical venues that promote honest conversations about relevant topics. There are simple and effective ways to deliver programs that promote social engagement and, at Casa Thomas Jefferson, Library Supervisor Wander Filho keeps his eyes open for these opportunities. He understands the need for meaningful engagement, and got inspired by the Human Library – a global movement that helps build understanding of diversity by providing a framework for real conversations about important issues. Their site brings clear guidelines to help facilitators promote open and honest conversations that can lead to greater acceptance, tolerance and social cohesion in the community.  In April 2017, CTJ used this innovative approach to challenge stereotypes through non confrontational and friendly conversations. Surrounded by inspiring pieces of art at CTJ`s Art Gallery, guest speakers, representing varied social and ethnic backgrounds, were available to participants. It was a unique learning experience for all involved, as it gave voice to different groups and supported a greater understanding of diversity and social cohesion. Among the topics discussed: women in pursue of a career in STEAM, strategies to overcome intolerance, engaging in volunteer work, Traveling to the U.S, etc.

 

A Human Library é um movimento internacional que promove uma forma inclusiva de desafiar o preconceito e os esteriótipos através do contato social. Atualmente é realizado em mais de 60 países. A Human Library promove o encontro e o contato entre as pessoas. São conversas abertas e honestas que podem levar a uma maior aceitação, tolerância e a coesão social nas comunidades. Pessoas reais, em conversas reais, em um ambiente seguro, acolhedor e que facilite o diálogo. Um lugar e momento onde seja permitido fazer perguntas difíceis de maneira respeitosa. Um lugar onde essas perguntas são esperadas, apreciadas e respondidas.

Nossos convidados e convidadas são chamados de Living Books, pois assim como em uma biblioteca, um leitor ou visitante da Human Library pode escolher um Livro para ler. A diferença é que os Livros são pessoas reais e leitura é uma conversa.

Na dinâmica da Human Library, as pessoas sentam em grupos de até seis pessoas, com rodadas de diálogo com a duração de aproximadamente 20 minutos. A ideia é que os grupos troquem de mesa a cada ciclo.

 A agenda de equidade de gênero é um dos objetivos estratégicos da Thomas. E não por acaso, a primeira edição da CTJ Human Library priorizou a fala de mulheres convidadas a compartilharem suas experiências. Ouvimos Nanauí Amorós evidenciar como ainda hoje o machismo torna difícil mulheres estudarem e trabalharem no campo da tecnologia. Também ouvimos as experiências de Rose de Paula e como seu espírito aventureiro moldou seu futuro profissional na diplomacia brasileira. Conhecemos a história de Ana Paula M. G. e como sua experiência de voluntariado do outro lado do oceano Atlântico se tornou uma poderosa ferramenta de empatia. E finalmente ouvimos o depoimento marcante de Catherine Taliaferro Cox e como uma experiência na infância pode moldar o caráter e os valores de uma pessoa.

 

Human Library