A interseção entre o maker-centered learning e a recentemente aprovada Base Nacional Comum Curricular (BNCC)

By 18 de setembro de 2020Sem categoria

O movimento maker já está presente há mais de uma década nos Estados Unidos, com fortes alusões às aulas de artes industriais, artes tradicionais e educação progressiva, porém com foco importante nas “soft skills”, tais como colaboração, resolução de problemas, compartilhamento, aprendizado conjunto, experimentação e processos iterativos. A ressurgência do “fazer” no cenário da educação prova-se singular em vários sentidos. Aplicar essa abordagem tão nova ao ensino requer pesquisa aprofundada e desenvolvimento de melhores práticas.

Essa ressurgência do “fazer” motivou o Project Zero, um centro de pesquisa na Escola de Pós-Graduação da Universidade de Harvard, a conduzir um projeto de pesquisa de três anos chamado Agency by Design (AbD). O objetivo era responder às seguintes questões: qual o potencial? O que as pessoas poderiam aprender de forma única? Como se configura o “fazer” em escolas? A pesquisa identificou três capacidades fundamentais que podem ser ensinadas: observar de perto, explorar a complexidade e identificar oportunidades. Com essas capacidades em mente, e com o objetivo de elevar e dar força ao aprendizado centrado no fazer na sala de aula, o projeto AbD desenvolveu quatro rotinas de pensamento que visam empoderar os alunos para que percebam, redesenhem e reinventem as dimensões do mundo.

De forma similar, a nova Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é estruturada com base no desenvolvimento de competências disposicionais que os alunos devem adquirir ao longo da Educação Básica. Os alunos são motivados a não somente aprender conteúdo, mas a desenvolver as habilidades e as atitudes para utilizar o que aprenderam com o objetivo de resolver desafios reais. 

Fonte da imagem: Editora Moderna

O movimento maker já está presente há mais de uma década nos Estados Unidos, com fortes alusões às aulas de artes industriais, artes tradicionais e educação progressiva, porém com foco importante nas “soft skills”, tais como colaboração, resolução de problemas, compartilhamento, aprendizado conjunto, experimentação e processos iterativos. A ressurgência do “fazer” no cenário da educação prova-se singular em vários sentidos. Aplicar essa abordagem tão nova ao ensino requer pesquisa aprofundada e desenvolvimento de melhores práticas.

Essa ressurgência do “fazer” motivou o “Project Zero”, um centro de pesquisa na Escola de Pós-Graduação da Universidade de Harvard, a conduzir um projeto de pesquisa de três anos chamado “Agency by Design (AbD)”. O objetivo era responder às seguintes questões: qual o potencial? O que as pessoas poderiam aprender de forma única? Como se configura o “fazer” em escolas? A pesquisa identificou três capacidades fundamentais que podem ser ensinadas: observar de perto, explorar a complexidade e identificar oportunidades. Com essas capacidades em mente, e com o objetivo de elevar e dar força ao aprendizado centrado no fazer na sala de aula, o projeto AbD desenvolveu quatro rotinas de pensamento que visam empoderar os alunos para que percebam, redesenhem e reinventem as dimensões do mundo.

De forma similar, a nova BNCC é estruturada com base no desenvolvimento de competências disposicionais que os alunos devem adquirir ao longo da Educação Básica. Os alunos são motivados a não somente aprender conteúdo, mas a desenvolver as habilidades e as atitudes para utilizar o que aprenderam com o objetivo de resolver desafios reais. Na lição “A Eletricidade em meus Brinquedos”, aplicamos duas rotinas de pensamento da Universidade de Harvard como meio para o desenvolvimento de competências comuns à BNCC e ao aprendizado centrado no fazer.

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