Texto original:
The Framework for Maker-Centered Learning
Project Zero | Agency by Design
Traduzido por Soraya Lacerda

Um dos principais objetivos do aprendizado centrado no fazer (maker-centered learning) é ajudar jovens e adultos a se sentirem empoderados para construir e moldar seus mundos. Adquirir esse empoderamento maker é fortemente apoiado no aprendizado da percepção e do engajamento com a dimensão do ambiente físico e conceitual ao seu redor – em outras palavras, na sensibilidade para o design.

A sensibilidade para o design se desenvolve quando se tem oportunidade para: olhar de perto e refletir sobre o design de objetos e sistemas; explorar a complexidade deste design e entender-se como projetistas de seus mundos. Nesse sentido, a estrutura do Agency by Design descreve três capacidades inter-relacionadas que ajudam os alunos a desenvolver esta sensibilidade: Olhar de Perto, Explorar a Complexidade e Encontrar Oportunidades.

 

Empoderamento Maker:

Uma sensibilidade para a dimensão do design de objetos e sistemas, juntamente com a inclinação e a capacidade de moldar o mundo ao seu redor através da construção, desconstrução, adaptação ou criação.

Sensibilidade para o Design:

Aprender a perceber e engajar-se com o ambiente físico e conceitual, observando e refletindo sobre o design de objetos, sistemas [e problemas], explorando a complexidade deste design e encontrando oportunidades para torná-lo mais eficaz, mais eficiente, mais ético ou mais bonito.

Para cada uma dessas capacidades, há um conjunto de “movimentos” observáveis – ou indicadores – que alunos e educadores podem usar para ajudar a projetar experiências de aprendizado centradas no fazer e para apoiar, observar, documentar e avaliar o aprendizado neste contexto. Eles se aplicam à aprendizagem individual e colaborativa.

Explore as capacidades maker e seus movimentos / indicadores abaixo:

Traduzido para o português respeitando a licença estabelecida no site original
Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.

Join the discussion 2 Comments

  • Mirian Gusmao disse:

    Analisando a participação e o envolvimento dos estudantes na elaboração de projetos, é nítido a desenvoltura e capacidade e expor ao final conceitos e ideias interiorizados e a autoestima que fará desse estudante atuar em qualquer profissão que escolher. A arte de observar de perto todas as partes e as suas conexões, desenhar no papel, escolher materiais e processos, criar e recriar soluções para situações tácitas e ao final poder observa o projeto chega em soluções viáveis é excelente. O trabalho em equipe faz descobrir e potencializar talentos em áreas específicas. Esse processo me fez relembrar dos objetivos educacionais da Taxonomia do Bloom objetivos que enfatizam relembrar, criada em 1956 por Benjamin S. Bloom nos EUA, onde reproduzir algo que foi aprendido, ou que envolvem a resolução de alguma atividade intelectual para a qual o estudante tem que entender o problema real passando a reorganizar e combinar ideias passando por seis fases: conhecimento, compreensão, aplicação, análise, síntese e avaliação. Os vídeos são motivadores e a função do professor no processo como mediador é um desafio para todos os professores e com certeza esse é um exemplo de empoderamento maker.

  • Edson Luiz Ribeiro disse:

    A abordagem Maker já tem sido adotada nos trabalhos e projetos que desenvolvemos em nossa escola. Temos certeza da contribuição que tal proposta oferece aos nossos alunos e estamos empenhados em tornar a abordagem Maker uma regra de ação pedagógica no nosso currículo.

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