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março 2020

#COVID19 – Como Usar as 10 Competências da BNCC em Tempos de Distanciamento Social

By | Aprendizagem Craitiva, Maker Movement, Sala de Aula, Sem categoria | No Comments

Não são tempos fáceis. Estamos em meio a uma pandemia e a recomendação de todas as autoridades é a mesma: FIQUE EM CASA! Neste contexto, muitas escolas e educadores estão se voltando para outras formas de ensino, nas quais eles possam continuar as suas aulas ou até passar orientações sobre higiene, prevenção e saúde.

Nós do Thomas Maker já fizemos aqui uma análise das 10 competências gerais da BNCC na visão de um Maker. Além dessa visão, a BNCC também nos permite trabalhar estas competências em contextos a distância. Por isso, resolvemos contribuir com mais um ponto de vista para que educadores se sintam inspirados. É colaborando que podemos superar esta crise e a nossa comunidade está se mostrando unida e pronta para o desafio.

Confira abaixo cada uma das competências gerais da BNCC voltadas para atividades a distância:

Conteúdo de autoria de Soraya Lacerda e Daniela Lyra.

DAC2019 – Sintonizando sua atividade com a Espiral da Aprendizagem Criativa

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Para nos ajudar a refletir sobre nossas oficinas, programas e atividades, e para termos um norte em relação aos pontos que poderíamos focar para melhorar nossa prática docente, criamos o que carinhosamente chamamos de Equalizador da Inteligência Maker. Desenvolvido pela equipe do Thomas Maker para que líderes, gestores, professores e outras pessoas possam facilitar experiências de aprendizagem significativas e ativas com o foco em MCL, o Equalizador trabalha com a abordagem de “sintomas” (Symptoms Approach), desenvolvida pelo Project Zero para delinear características presentes em ambientes e aprendizagem maker. Assim como um equalizador musical, não é necessário que todos os dez sintomas sejam “sintonizados” em seu extremo máximo, para que uma atividade seja considerada maker, pois existem diferentes tipos de atividades e a ideia não é excluir prática alguma. O equalizador aponta então um rumo, quanto mais sintomas presentes, mais elaborada e e dentro do escopo maker será a experiência. Trata-se de uma estratégia de autoavaliação que ajuda a tornar mais visível e metacognitiva a aprendizagem.

Após mergulharmos no contexto da Aprendizagem Criativa (AC) durante nossa imersão da fellowship do DAC2019 RBAC/MIT, identificamos a necessidade de criar outras ferramentas para aumentar a nossa capacidade de discussão e reflexão ESPECÍFICAS sobre a AC e sua relação com outras metodologias e frameworks. Vimos a oportunidade para desenvolver maneiras de facilitar a implementação de AC de forma visível e estruturada, bem como estimular o desenvolvimento da metalinguagem necessária para conversarmos sobre como ela pode ajudar alunos a desenvolver todo seu potencial. Com base nessas reflexões, começamos a trabalhar em uma ferramenta que nos conduzisse em uma reflexão sobre a AC combinando idéias e frameworks do Lifelong Kindengarten e do Project Zero, pois acreditamos que as pesquisas e estudos se completam e apoiam.

A engrenagem do pensamento criativo

No livro Lifelong Kindergarten, Resnick descreve o pensar no processo criativo em termos de uma espiral de aprendizagem:

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Em nossa percepção da Espiral da Aprendizagem Criativa, as “nuvens” podem ser conectadas em sequência e ordem diferentes, de acordo com a atividade e objetivo proposto, mas sempre mantendo sua essência, contexto e propósito intrínseco. Além disso, cada “nuvem” tem refletida em si uma combinação mais significativa de alguns dos 6 P’s (paixão, projeto, pares, pensar brincando, propósito e poderosas ideias). A ideia é usar os pontos de “sintonia” abaixo para planejar e/ou refletir sobre sua prática pedagógica, em cada um dos aspectos da espiral, exercitando assim seus músculos criativos.