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março 2015

Squishy Circuits for Saint Patrick’s Day

By | Makerspaces | No Comments

11059314_831806730224333_4144038991195232492_nIn a demo at TED U, AnnMarie Thomas shows how two different kinds of homemade play dough can be used to demonstrate electrical properties by lighting up LEDs and spinning motors. The goal of the project is to design tools and activities which allow kids of all ages to create circuits and explore electronics using play dough.

There are some interesting ways to explore these circuits in  Resource Centers or school makerspaces. First, you can just display the LEDs, batteries and play dough so that people can experiment on their own. A good tutorial on the table could help people get started. Another option is running sessions  to build a maker mindset and foster a maker culture at the institution. Sessions could be theme based to contextualize a special date or event. Last week, we celebrated Saint Patrick’s Day by showing a video about the celebration, playing celtic music, and inviting participants to make their own electric shamrocks. Try out squishy circuits because they are good tools to help librarians  get started and enrich the users` experience at Resource Centers and libraries.

 

Por onde começar um ‘makerspace’

By | Makerspaces, Português | No Comments

Por vezes a curiosidade abre novos

 

O movimento do fazer e a filosofia Maker dá aos educadores a chance de fomentar em jovens e crianças o prazer pela descoberta. Crianças de uma forma geral têm a predisposição de colocar a mão na massa, mas precisam muitas vezes da ambiência e de ferramentas para explorar seu potencial. A Casa Thomas Jefferson, junto à Embaixada dos Estados Unidos e ao Instituto Smithsonian, reorganiza as bibliotecas e as transforma em espaços colaborativos e dinâmicos de aprendizado.  Compartilhamos aqui algumas dicas para pessoas ou instituições que pretendam criar ambiências onde jovens brasileiros possam explorar atividades extracurriculares que estimulam a criatividade e os garantem a possibilidade de vivenciar na pratica assuntos que, em métodos mais tradicionais de ensino, somente veriam na teoria.

Comece pelo começo

Não importa o que você tem – muito ou pouco. O que importa é que você mergulhe e comece a criar. Se você tem ferramentas, coloque-as à disposição dos alunos para trabalhar e construir algo; faça alguma coisa com o que você tem ao alcance das mãos. Sessões de ‘Free making’ podem ser muito interessantes para os alunos. Quantos dos nossos jovens já tiveram a oportunidade de abrir um brinquedo quebrado e construir algo? Ou quantos já se envolveram em uma construção coletiva? A hora é agora!

 Comece pequeno

É tentador querer fazer tudo de uma vez, sair comprando circuitos, motores, impressora 3D, etc., mas todo esse equipamento pode sobrecarregar os participantes e frear o entusiasmo. Começar pequeno permite iniciar mais rápido, errar e aprender com os erros. A falha é necessária para a construção de um espaço colaborativo. Projetos mão na massa são muito divertidos, mas os alunos enfrentarão dificuldades que podem desencorajar alguns. Incentive-os a perseverar. Ensine-os a interagir, corrigir erros e começar de novo. Os alunos devem aprender a aceitar o fracasso como parte do processo.

Construa para si mesmo

Deixem os alunos construírem dispositivos, jogos e projetos para próprio uso. Dê aos alunos a oportunidade de criar ou reinventar as coisas e se tornarem consumidores mais conscientes.Incentive seus alunos a sair de suas zonas de conforto, sujar as mãos e vivenciar a criação do divertimento. Os alunos geralmente adoram saber fazer coisas e criar jogos ao invés de baixá-los da internet. Toda essa experiência pode abrir as portas da criatividade.